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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Seu Pequeno(a) range os dentes à noite???

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Isso é chamado de bruxismo e acontece enquanto seu filho(a) dorme. Veja mais detalhes:

Por quê: as causas são multifatoriais. A criança pode estar passando por um momento difícil, se sentir sobrecarregada, ter amidalite ou até ter o encaixe dos dentes imperfeito. Existe também um bruxismo que é considerado normal. Ele é esporádico e geralmente surge quando os dentes nascem.
Tratamento: com fonoaudiólogo (que cuida da respiração), otorrinolaringologista (trata da amidalite, por exemplo) e odontopediatra. Pode ser necessário o uso de um aparelho móvel para dormir, com uma placa por cima de alguns dentes para evitar o desgaste.
Bruxismo em crianças pode ser sinal de estresse?
Sim. Bruxismo é o hábito de ranger ou apertar os dentes durante o sono e é muito comum em crianças que estão sofrendo algum tipo de problema emocional ou estresse. Estudos mostram que 30% dos pequenos entre 3 a 6 anos de idade apresentam o sintoma e usam o ranger dos dentes como uma válvula de escape.

Segundo o Dr. Daniel S. Peel, especialista em periodontia e implantodontia, normalmente as causas do bruxismo são de caráter emocional e psicológico, relacionada ao alto nível de estresse, ou algum problema que o paciente vem enfrentando. “Têm tendência a terem bruxismo crianças em fase de mudança, como mudança de escola, época de provas, competições escolares, divórcio dos pais, cobrança excessiva para se sair bem em alguma tarefa, hiperatividade e distúrbios neurológicos como autismo”.
Essa sobrecarga de força de um dente no outro pode acarretar muitos problemas para a criança. “As consequências são uma má posição nos dentes, ou uma diferença de tempo na erupção dos dentes de leite, podendo causar uma desarmonia entre os arcos dentários. Para compensar essa falha, a criança tenta encontrar uma posição mais confortável, o que a faz ranger ou apertar os dentes”, explica o dentista. 
O especialista afirma ainda que o bruxismo pode causar, além de desgaste dos dentes, problemas na gengiva, na articulação da mandíbula (ATM), dores de cabeça e até dor de ouvido e dores na nuca. Fatores sistêmicos como rinite, alergias respiratórias e dormir de boca aberta podem contribuir e causar o bruxismo nas crianças.
Uma das maiores dificuldades dos pais é perceber esse problema nos filhos. “Muitas vezes as crianças relatam que estão com dores de cabeça ou que os dentes estão doendo ou moles e o pais acham que os dentes de leite estão caindo para nascerem os permanentes, mesmo que não esteja ainda na época de os permanentes erupicionarem”, alerta o Dr. Peel.
A recomendação é que os pais consultem sempre um dentista odontopediatra para acompanhar o crescimento e erupção dos dentes da criança. Dessa forma, é possível fazer um diagnostico precoce e correto, diminuindo ou até evitando problemas futuros.
O tratamento do bruxismo é simples, dependo da causa diagnosticada. Geralmente, são feitas restaurações nos dentes, uso de aparelhos dentários relaxantes, indicação de técnicas relaxantes e remoção dos fatores de stress e cobrança. Pratica de esportes e exercícios também são uma boa forma de tratamento. Dependendo do caso, um acompanhamento psicológico pode ser necessário. Todo o tratamento deve ser feito sob a orientação e acompanhamento de um profissional da saúde especializado.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

30 maneiras de fazer seu filho sorrir

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Quer coisa mais gostosa do que uma gargalhada do seu filho? Além de ser uma delícia, por trás dela, também existem muitos benefícios que vão durar por toda a vida. Aqui, você vai descobrir ideias de momentos especiais que vão arrancar sorrisos, pedidos de ‘quero mais’ e olhares curiosos que ficarão guardados para sempre na sua e na memória de seu filho. Aproveite!
Bruna Menegueço

 Shutterstock


Se você acha que é preciso muito esforço e dinheiro para ela acontecer, tenha certeza de que a felicidade está presente em momentos como uma tarde chuvosa com cheiro de bolinhos de chuva, um abraço apertado na porta da escola ou em um fim de semana ensolarado com os pés na areia e na água do mar. Simples assim! 

Fazer seu filho feliz, segundo especialistas, é muito mais fácil do que você imagina, mas o bem que essa sensação traz é enorme e dura por toda a vida. “Crianças felizes são mais criativas e inteligentes e sabem lidar melhor com os desafios”, afirma o psicólogo americano Lawrence J. Cohen, especialista em brincadeiras infantis. 

Quando seu filho dá aquela gargalhada é sinal, sim, de que ele está se sentindo bem e feliz, mas também está desenvolvendo importantes habilidades intelectuais, como a noção de lógica e causa e consequência. Feliz, seu filho terá mais facilidade para fazer amizades, lidar com frustrações e, quando adulto, saberá conviver de forma pacífica e bem-humorada com as pessoas no ambiente de trabalho. 

E se você está aí ainda se perguntando o que mais pode fazer para ganhar um sorriso do seu filho, preparamos algumas dicas para inspirar você. Quando essa lista terminar, certamente, você terá novas ideias e então a tarefa (e o prazer) de fazer seu filho feliz não terminará nunca. 

1 - Fotografem caretas um do outro. 

2 - Deixe-o dormir na sua cama de vez em quando. 

3 - Faça bolhas com um canudo em um copo plástico transparente com água para seu bebê se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

4- Deixe surpresas na lancheira para lembrá-lo que você pensa nele enquanto está na escola. Você pode cortar o sanduíche em formatos diferentes para que, a cada dia, ele tenha uma surpresa diferente com o lanche, colocar uma piada ou um desafio para que ele possa dividir com os amigos e se divertir ou deixe um escreva recadinho carinhoso ou divertido em um papel especial. 
5 - Prepare um piquenique no parque com direito a toalha xadrez! E, se der, leve tudo em uma cesta. Seu filho vai adorar! 

6 - Brinquem de caça ao tesouro. Espalhe dicas pela casa e faça com que seu filho encontre uma de cada vez até o tesouro, que pode ser os ovos da Páscoa, o presente de aniversário ou apenas um bombom. O que vale é o prazer da brincadeira. 

7 – Apresente três novas sensações ao seu bebê: 
• Brinquem com gelo. Os bebês vão achar muito engraçado sentir a textura gelada e escorregadia do gelo. Coloque uma pedrinha nas mãos do seu filho e observe a sua reação. 
• Faça uma grande bola de chiclete e deixe-o estourar. 
• Coloque uma luva bem macia e bem colorida e brinque com seu filho para ele sentir uma nova textura. 

8 - Façam uma coisa “proibida” juntos. Pode ser um sorvete antes do almoço, um banho demorado, pizza no sofá da sala, raspar a panela de brigadeiro... 

9 - Façam guerra de travesseiros naquela noite em que todos estão sem sono. Escolha uns bem macios e deixe a bagunça tomar conta do quarto. 

10 - Dê uma cambalhota ou estrela com seu filho – eles acham o máximo quando adultos brincam como crianças. 

11- Acorde seu filho com uma bandeja de café da manhã na cama! 

12 - Mostre fotos antigas da família e conte histórias engraçadas de quando você era criança. 

13 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide os amigos dele. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

14 - Leve-o para passar um dia no seu trabalho. 

15 - Montem uma banda improvisada juntos. Vale pegar qualquer coisa em casa que faça barulho e ensaiar uma música bem animada. 

LEIA MAIS: 10 dicas para estimular a criança a andar
16 - Brinquem de "você inventa a letra": peguem uma música conhecida e criem uma nova história sem pé nem cabeça. Vai ser muito divertido! 

17 - Apostem uma corrida de saco. Você se lembra dessa brincadeira? Aproveite um saco de estopa ou de farinha e procure um lugar gramado para não machucar, afinal, todo mundo vai mesmo se jogar no chão quando cruzar a linha. 

18 - Escolha um jogo bem amistoso do time do coração para levá-lo ao estádio de futebol. 

19 - Faça com ele um cartão para um parente ou amigo querido. Coloque uma cartolina no chão com um montão de giz de cera em volta e deite com ele para fazer o desenho e escrever uma mensagem. 

20 - Apareça de surpresa para assistir à aula de natação, ballet ou futebol. 

21 - Abra as portas do seu guarda-roupa e deixe que ele use suas roupas, maquiagem e pasta do trabalho para imitar o papai/mamãe. 

22 - Faça caras engraçadas para o seu bebê. 

23 - Ria das piadas dele. Quando vão crescendo, eles descobrem que algumas histórias ou atitudes fazem os adultos darem risada. E eles adoram isso... 

24 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

25 - Compre uma caixa com 60 lápis de cor para encher os olhos dele e despertar aquela vontade de pintar, pintar e pintar... 

26 - Economize para fazer um passeio de balão. 

27 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

28 - Faça bolhas em um copo de plástico transparente com água para ele se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

29 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide todos os amigos. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

30 - É muito difícil de acontecer, quase impossível, mas se nenhuma das dicas anteriores der certo, apele para as coceguinhas. Pode ser na barriga, embaixo do braço, nos pés e no pescoço. Ele não vai resistir e soltará aquela gargalhada que você adora!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

10 dicas para estimular a criança a andar

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SEUS FILHOS


O que você pode fazer para ajudar seu filho a dar os primeiros passos da vida dele
Texto de Ana Paula Pontes

“Meu filho andou com 11 meses.” Pronto! Basta ouvir isso de outra mãe para você entrar em desespero com o seu filho que acabou de completar 1 ano e ainda não anda? Fique tranquila! Leia esta reportagem até o fim e você vai ver por que não é preciso desespero e o que pode fazer para ajudar seu filho nessa etapa do desenvolvimento dele. Mas lembre-se: o principal estímulo em qualquer fase é o carinho que você dá a ele, todos os dias. 
Esqueça as comparações
Essa é a primeira dica porque é também motivo de ansiedade dos pais. Não há uma idade certa para a criança andar, e sim um período - entre 10 e 18 meses - para que isso aconteça. Se o seu filho só deu os primeiros passos sozinho com 1 ano e 4 meses, e o da sua irmã com 1 ano, não quer dizer que ele tem um atraso neurológico ou neuromotor ou que foi pouco estimulado por você. É o tempo dele! Apenas isso. 
Deixe-o explorar
Deixe o bebê experimentar o chão, fazer suas próprias rotas, procurar os melhores caminhos, descobrir texturas com os pés e as mãos. Claro, fique sempre por perto. 

Incentive
Você pode, por exemplo, se colocar a um metro da criança e chamá-la. Ela irá se esforçar para chegar até você. Também pode ajudá-la a ficar em pé na ponta do sofá para que caminhe até a outra – onde você a espera. Usar brinquedos é outra dica. Afaste-os para que seu filho, aos poucos, tente pegá-los. 

Com as suas mãos
Eles adoram! Segure as duas mãozinhas do seu filho e vá caminhando junto com ele. Depois, segure apenas uma, até que ele se sinta seguro e você consiga soltar a outra. Tenha calma. Isso pode não acontecer na primeira vez. Segure a ansiedade! 

Dê segurança
A posição ereta e os primeiros passos significam um novo mundo para o bebê. A capacidade de locomoção o leva a se arriscar – é aí também que a atenção dos pais será decisiva. Se seu filho tropeçar ou derrubar algo, alerte-o de forma carinhosa. Broncas agressivas ou impacientes podem retrair a criança e até atrasar seu desenvolvimento motor. 

Não o assuste
OK. Dá até um frio na barriga de ver aquele bebê andando todo desengonçado a ponto de cair a qualquer momento. Mas a sua postura é fundamental para que ele não se assuste (isso pode até atrasar o tempo de ele andar). Se por acaso, cair para trás e bater a cabeça, socorra-o, mas sem (pelo menos mostrar para ele...) desespero. Então, conforte-o e observe se não fica sonolento ou vomita. Se perceber qualquer modificação no comportamento do seu filho, ligue para o médico. 

Esqueça o andador 
Além de ser responsável por acidentes com crianças, o acessório, diferente do que se imagina, não estimula a criança a andar. Ao contrário. O andador pode atrasar o desenvolvimento psicomotor do seu filho, fazendo com que leve mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. Isso sem falar que ele encurta uma etapa importante, o engatinhar. 


Calçado ideal? 
O melhor é deixar seu filho descalço. Além de dar mais aderência, ao sentir o chão, ele se sente mais seguro. Meias antiderrapantes também são boas opções, principalmente para os dias frios. Esqueça calçados duros demais. Opte por tênis molinhos, confortáveis e no tamanho certo. 

Um lugar diferente 
Leve seu filho para passear num parque ou numa praça. Um bichinho ou uma folha grande de árvore pode aguçar sua curiosidade e ser um estímulo para que queira andar e chegar mais perto. 


Sobre quinas, móveis e mais
Ao mesmo tempo que é uma delícia ver seu filho andar, nessa fase (que inclui o engatinhar) é preciso ficar atento com tudo o que estiver aos olhos dele. Uma toalha de mesa que pode puxar, quinas de móveis, escadas, objetos pequenos e pontiagudos e até móveis fáceis de virar. Com todas essas sugestões, vale reforçar: “Aproveite essa fase do andar. Aproveite todas as fases da criança, sem neura”, diz Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR). 



Fontes: Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR); Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP); Luiza Batista, coordenadora de políticas públicas da ONG Criança Segura; Maria Amparo Martinez, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O ritmo de crescimento do bebê e as visitas ao pediatra

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As consultas periódicas ao pediatra são muito importantes para assegurar que a criança esteja se desenvolvendo dentro do ritmo esperado para a sua idade e histórico familiar!!!
Texto retirado do site desenvolvimento do bebê - por Natássia Massote

O crescimento do bebê sempre gera dúvidas e preocupações nos pais. O desenvolvimento motor, a capacidade física, a linguagem e outras evoluções sempre os deixam ansiosos. Por isso, é recomendado que os filhos pequenos tenham visitas periódicas aos pediatras, assim as fases são acompanhadas e qualquer problema detectado poderá ser tratado no tempo ideal. 
O primeiro ano de vida do bebê requer atenção e cuidados especiais. Nessa época, o crescimento tem uma ascensão constante, que vai diminuindo até completar um ano. O Dr. José Gabel é membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e comenta que nos primeiros meses o bebê cresce de 4 a 5 cm por mês. “Depois, com uns 3, 4 meses, ele cresce em média 3 cm. Depois diminui para 1,5cm a 2 cm por mês. Quando o bebê completar 1 ano, ele deverá ter crescido entre 24cm a 28 cm.”
O pediatra compara a evolução do bebê com a curva de crescimento criada pela Organização Mundial de Saúde, em que a maioria das crianças fica na média. A mesma lógica corresponde ao peso. “No fim do 1º ano de vida, o peso deve ser o triplo do nascimento. Importante ressaltar que o crescimento varia de criança a criança, com as suas particularidades. O importante é estar dentro da normalidade estipulada pela OMS”.
Perda de Peso
A perda de peso não é comum. Depois de uma fase a criança começa a diminuir o ganho de peso, mas nunca deve deixar de ganhar ou estacionar. “Isso não é normal. Pode significar algum problema como doenças crônicas, desidratação. A criança deve ser levada a um pediatra”. O Dr. José também explica que além do crescimento os pais devem ficar atentos ao desenvolvimento da criança. As capacidades motoras, de coordenação, de fala – enfim, as habilidades cognitivas.
Cada criança cresce em um ritmo próprio
Os pais devem evitar comparações com outras crianças, que se comportam e se desenvolvem de maneiras diferentes. O crescimento segue o padrão genético familiar, que vai ser acompanhado pelo pediatra. O que importa é se a criança está crescendo a cada consulta, sem importar o tamanho. Há motivo de preocupação somente se a criança parar de crescer ou começar a crescer muito devagar. A situação oposta, um crescimento acelerado, também deve ser avaliada. “É necessário considerar a herança familiar. É um fator primordial. Se você tem um pai de 1,60 e uma mãe de 1,48, a criança não vai ser muito grande”, conta o pediatra.
Consultas de rotina: de quanto em quanto devo levar meu filho(a) ao pediatra?
Para saber se o filho está crescendo na média e se desenvolvendo de forma saudável, os pais devem levar os bebês em consultas periódicas ao pediatra. Até os 7, 8 meses, essas consultas devem ser mensais. “Depois, bimestral até 1 ano. Trimestral até 2 anos. E semestral até o terceiro. Assim, os pais e o pediatra da criança já estipulam uma rotina e uma relação com as consultas”, recomenda o Dr. José.
Dr. José lembra que o aleitamento materno é fundamental para a boa nutrição do bebê e, consequentemente, o seu crescimento. “É primordial o leito materno exclusivo até os 6 meses. Ele tem todas as características necessárias e concentração adequada. Quantidade certa de gordura, de proteína, de cálcio”.

Mais Vida e Saúde

Após os 6 meses, os pais já podem incluir outros alimentos na dieta da criança mas, se a mãe ainda produzir leite, o aleitamento é recomendado até os 2 anos. “Nós moramos em um país tropical, então temos a facilidade para encontrar alimentos naturais. É importante que os pais ofereçam uma alimentação saudável para a criança e evite produtos industrializados, com conservantes e processos de fermentação que não são saudáveis”, finaliza o pediatra.



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Estréia do Blog PetiPoti Moda Infantil!!!

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No mês do Papai estamos lançando nosso blog. Nele você vai poder acompanhar várias dicas, conhecimentos e claro nossas Coleções e grandes Promoções PETIPOTI.
AGUARDEM!!!

Traremos sempre novidades dos mais variados assuntos, segue o primeiro assunto a seguir!



10 dicas para as mães de primeira viagem


*Texto retirado do site tempo de mulher, por Madson Moraes e adaptado por Blog PetiPoti Moda Infantil
Pediatra esclarece situações que fazem qualquer mãe iniciante tremer na base. Não precisa ser assim, confira as dicas!



 

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