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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Veja dicas para organizar uma festa à fantasia!

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Comemoração pode ser livre ou temática


As festas à fantasia costumam ser muito divertidas. As pessoas se produzem todas e esbanjam criatividade nos trajes. Muito comum no carnaval e no Halloween, esse tipo de comemoração é um boa opção para quem quer fugir da mesmice, mas não é preciso esperar essas datas para organizar eventos como esses. Nessas festas, marcam presença diferentes figuras, entre personagens de filmes, celebridades ou tipos dos mais variados – como hippies, motoqueiros e cientistas malucos.
Muitas dessas festas, porém, têm tema específico: 'anos 60', Hollywood e desenhos animados estão entre os mais adotados – sem falar, é claro, no dia das bruxas, em que se destacam os frankensteins e os zumbis. O mais engraçado fica por conta da criatividade dos convidados que inovam nas fantasias (na PetiPoti Moda Infantil e Fantasias) , que podem ir de um simplório terno e gravata pretos, em alusão ao filme Homens de Preto, a uma sofisticada fantasia, com direito a maquiagem, em referência ao longa Edward Mãos-de-Tesoura.
A decoração do ambiente vai depender do tema escolhido, se houver um. No caso de uma festa 'anos 60', é possível colocar imagens de carros antigos, fotos dos ícones da época e, como música, o som dos Beatles, que ilustra bem a mudança de comportamento da época. Se o tema for os filmes, uma placa com a palavra Hollywood, tal como em Los Angeles, pode ajudar a criar o clima, além de uma câmera para filmar tudo e um telão.
A festa não precisa, necessariamente, ter um tema. Ela pode ser livre, deixando os convidados livres para escolherem suas fantasias. É importante frisar, contudo, que é imprescindível o uso de traje específico, para que não haja pessoas fantasiadas e outras não. A vantagem da festa ser livre é que, caso alguém não tenha ideia de como ir vestido, a pessoa pode apelar pro velho uniforme de jogador de futebol. 
Aqui na PetiPoti Moda Infantil e Fantasias você encontra as mais variadas fantasias para você e para seu filhote, invente sua festa defina seu tema e nos procure, teremos o maior prazer em ajudar vocês!!!

Av. Zelina, 456A - V. Zelina
 Tel: (11) 2307 0115 - petipoti@petipoti.com.br

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A PetiPoti está com Promoção para o Dia das Crianças!!!

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A PetiPoti Moda Infantil e Fantasias avisa que o Dia das Crianças já começou aqui em nossa loja! Para você participar é super fácil! A cada R$ 50,00 (cinquenta reais) em compras, você recebe um cupom, preenche e pronto! Já está concorrendo à um vale compras no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), além disso mais dois KIT's VERÃO PETIPOTI com (bola, mini piscina, bóia, balde de praia, e muito mais). O sorteio acontecerá dia 12 de outubro de 2013, na loja.


A PetiPoti Moda Infantil e Fantasias é a melhor opção da região na hora de fazer suas compras para seu filho(a).

Lá você encontra tudo que você precisa para sua seu filho(a) de 0 a 8 anos.

Imagens Meramente Ilustrativas
A PetiPoti Moda Infantil e Fantasias fica localizada na Av. Zelina, 456A - Vila Zelina, próximo ao Posto Ipiranga. Venha conferir essa mega promoção!

Para Participar:

Basta visitar nossa loja e a cada R$ 50,00 em compras você recebe um cupom, basta preencher e você já estará participando!



Regulamento:

1 – Datas de início e término da promoção: (20/09/2013 a 12/10/2013)

2 – DO SORTEIO:
2.1 – O sorteio está previsto para ocorrer no dia 12 de Outubro de 2013 às 15:30h.


3 – PRODUTOS OBJETOS DA PROMOÇÃO:


ITEM
PRÊMIO
1.
VALE COMPRAS NO VALOR DE R$ 150,00
2.
1 KIT PRAIA PETIPOTI (CONTENDO DIVERSOS TIPOS DE BRINQUEDOS DE PRAIA)
3.
1 KIT PRAIA PETIPOTI (CONTENDO DIVERSOS TIPOS DE BRINQUEDOS DE PRAIA)


4 – DA  PROMOÇÃO:

4.1 - A promoção em referência é destinado a todos os consumidores que adquirirem produtos da PetiPoti Moda Infantil e Fantasias, no período de 20 de setembro de 2013 a 12 de outubro de 2013.
4.2 – A cada R$ 50,00 (cinquenta reais) em compras vale um cupom para preencherem com seus dados e colocarem na urna;

4.3 – O sorteio dos cupons será feito através de sorteio manual na sede da loja e poderá ser assistido por quem desejar;

4.4 - O prêmio, em hipótese alguma, será revertido em dinheiro. 

5 – DOS CUPONS

5.1 – Cada cupom será identificado com os dados do cliente.

6 – DO SORTEIO

6.1 - não é exigida a presença do ganhador no local de apuração;

6.2 – A apuração está prevista para ocorrer no dia 12 de outubro de 2013 a partir das 15:30 horas, podendo, por motivo de força maior, ser prorrogado, com livre acesso aos interessados na sede da PetiPoti Moda Infantil e Fantasias;

6.3 - Divulgação do evento: Objetivando divulgar o evento, a PetiPoti Moda Infantil e Fantasias, se reserva o direito de escolher quaisquer veículos ou mecanismos de sua conveniência, tais como: cartazes, mala-direta, panfletos, periódicos, faixas, sites, mídias sociais, etc, assim como utilizar a imagem e nomes dos referidos ganhadores, sem ônus, para divulgação da premiação;

6.4 - Ao aderir às regras do concurso e dele aceitar participar, os participantes declaram concordar que, caso seja um dos ganhadores, sua imagem poderá ser utilizada pelas empresas organizadoras, a critério delas, em qualquer um dos casos descritos acima.

7 – PRESCRIÇÃO

7.1 - O prazo de prescrição do direito aos prêmios indicados neste regulamento, por parte do ganhador será de 30 (trinta) dias, contados da respectiva apuração (12 de outubro de 2013). Não sendo reclamado(s) neste período, a PetiPoti Moda Infantil e Fantasias, poderá converter o(s) o(s) prêmio(s) correspondente(s) em futuros sorteios pelas próprias empresas participantes.

8 – EXIBIÇÃO E ENTREGA DOS PRÊMIOS:

8.1 - Os prêmios prometidos neste evento serão divulgados através de material publicitário e outros meios de comunicação, e serão retirados pelos (as) respectivos (as) contemplados (as). Buscando com isso dar uma maior clareza neste sorteio; os prêmios ficarão disponíveis para retirada por 30 dias consecutivos a data do comunicado via meios eletrônicos e ou telefone na sede da PetiPoti no horário de funcionamento da mesma;

8.2 - Se o contemplado for menor de idade, o prêmio poderá ser registrado em nome de seus pais ou representante legal; 

8.3 - Caso o ganhador não se apresentar no momento do sorteio, os organizadores pelo sorteio farão contato com o sorteado através dos dados informados no cupom de sorteio.

9 - O presente Regulamento poderá ser alterado e/ou suspenso ou cancelado, sem aviso prévio, por motivo de força maior ou por qualquer outro fator ou motivo imprevisto, que esteja fora do controle dos Organizadores, individual ou conjuntamente consideradas, e que comprometa a Promoção de forma a impedir ou modificar substancialmente a condução desta como originalmente planejado.




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O café da manhã é a refeição que garante a disposição do seu filho

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Muito importante para todos nós a primeira refeição do dia, o desjejum ou simplesmente o café da manhã de nossos pequenos é tão ou mais importante que o nosso, por isso é imprescindível nossos filhos(as) ingerirem:

Proteínas e carboidratos pela manhã, que  podem ajudar, inclusive, no rendimento escolar
Fonte: Site Revista Crescer


Se você duvidava que a primeira refeição do dia é a mais importante para garantir disposição para o seu filho, um estudo recente de universidades britânicas mostrou, mais uma vez, que o rendimento escolar também depende de um bom café da manhã. Os pesquisadores fizeram testes de aptidão cognitiva com 1.386 crianças de 6 a 16 anos e aquelas que haviam se alimentado de manhã se saíram melhor em testes de atenção e memória.
Depois de passar a noite toda em jejum, o que o seu filho mais precisa logo cedo são proteínas e carboidratos, nutrientes facilmente absorvidos pelo corpo. “A porção de proteína pode vir de queijo, leite ou iogurte. Já os carboidratos devem ser, de preferência, integrais, como cereais e pães com grãos, que são carboidratos mais completos”, explica Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP).
Uma opção boa e prática é combinar iogurte com frutas e cereal sem açúcar.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Receita do dia: Papa de peixe, batata, beterraba e almeirão

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Você pode dar peixe cozido a partir do 6º mês completo
De Paula Perim - receita retirada do site revista crescer



Ingredientes 




1/2 filé de pescada 

1 colher de azeite de oliva 
1 colher (chá) de cebola picada 1 beterraba média ralada 
1 folha de almeirão 
1 batata, cozida e amassada 
1 colher (sobremesa) de margarina 1/2 colher (café) de sal 
1 1/2 copo de água filtrada 

Preparo 

Coloque o azeite, o peixe, a beterraba e o sal em uma panela e cubra com água. Tampe e cozinhe até que os ingredientes estejam macios e com um pouco de caldo. Coloque o almeirão picadinho cinco minutos antes de desligar. Faça um purê de batata, amasse com um garfo e dê à criança. 

Rendimento 1 porção 

Tudo vermelho
A beterraba é fonte de cobre, que promove a absorção do ferro, além de ser essencial para o sangue, as fibras nervosas e a pigmentação da pele.



Dicas práticas
- Quando preparar as receitas para crianças maiores, basta alterar a consistência. A partir de 1 ano, você não precisa esmagar com um garfo, basta picar em pedaços pequenos.

- Se estiver sem tempo, cozinhe os ingredientes juntos. Mas não faça isso sempre. Com esse tipo de preparo seu filho não aprende a conhecer o sabor de cada alimento, e isso prejudica a alimentação dele no futuro.


- Além dos temperos básicos, você pode incrementar as receitas com outros temperos que são de costume na sua casa, como orégano, manjericão, cebolinha, manjerona, salsão, alecrim etc.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Resolva de uma vez por todas as suas dúvidas sobre o sódio

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Continuando com nossa série de dicas!


Selecionamos cinco tópicos importantes sobre o mineral e separamos dicas para você controlar o consumo
Andressa Basilio


Venha Conferir!!!
Bolacha, bolo, salgadinho, bisnaguinha, macarrão instantâneo, sanduíche. O que todas essas guloseimas têm em comum além de serem deliciosas? Elas escondem um perigo para a saúde do seu filho, o sódio. 

Esse componete é um dos minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Porém, quando consumido em excesso, deixa crianças (e adultos) mais propensas a problemas cardiovasculares, hipertensão, colesterol alto, diabetes tipo 2 e obesidade. É justamente por isso que, pela primeira vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou limites para o consumo diário de crianças. 

Pela nova recomendação, 2g de sódio diariamente bastam para que a saúde de crianças maiores de dois anos fique em dia. O problema é que o danado do sódio está em praticamente tudo o que consumimos no dia. Aí fica a dúvida: como fazemos para evitar o consumo? Abaixo você confere essa e outras respostas para as principais dúvidas sobre o assunto. 


Leia Também: Quase metade das mães oferece alimentos sólido aos bebês antes dos 4 meses, segundo pesquisa

Vale lembrar que a OMS não especificou quantidades para crianças menores de dois anos, mas você já leu aqui na Crescer que o ideal é a papinha do seu filho temperada com pouco ou nenhum sal, já que os alimentos que bebês consomem já têm a quantidade necessária de sódio.
Sódio é sal?
Uma pesquisa de 2011 realizada pela Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo constatou que 93% das pessoas que participaram da enquete acreditam que sal e sódio são a mesma coisa. Na verdade, não é bem assim. O sal de cozinha é formado por átomos de sódio (40%) e átomos de cloro (60%). Isso significa dizer que para descobrir a quantidade de sal precisa multiplicar o sódio por 2,5. Por essa conta básica, o alerta de 2g de sódio da OMS valem 5g de sal. 
O mal é imediato?
Não. No começo o sódio não vai acusar nenhum mal para o seu filho. Porém, com o passar do tempo, essa quantidade vai se acumulando no organismo da criança. Quanto mais sódio, mais cedo ela terá problemas como hipertensão, diabetes tipo 2, colesterol alto e até obesidade. 

Como se não bastasse esse rastro de problemas, o sódio compete com a absorção de cálcio no organismo. O que quer dizer que o uso abusivo pode também causar no futuro osteoporose e raquitismo. 
Que alimentos evitar?
Além de ajudar a realçar o sabor, o sódio serve como conservante, diminuindo a concentração de água no alimento e impedindo o crescimento e a proliferação de micro-organismos. Por isso, produtos industrializados, como comida congelada, salgadinho e biscoito recheado, e embutidos (salame, mortadela e salsicha) estão cheios de sódio. 

E a lista não pára por aí: pão de forma, refrigerante, cereal matinal, chocolate - principalmente o branco- e derivados de queijo e leite também apresentam boas quantidades do mineral. O consumo de todos esses alimentos deve, portanto, ser moderado pelos pais, mas a atenção precisa estar realmente voltada para dois dos campeões em sódio: macarrão instantâneo, cujo tempero contém até 50% da necessidade diária dedo organismo, e lanches de fast-food (que podem conter até 80% do consumo recomendado). 
Alimentos naturais contêm sódio?
Sim. Feijão, soja, batata, tomate e acelga são fontes de sódio. Frutas, como pêra, banana, laranja e maçã, também contêm o mineral em sua composição. Como a concentração é baixa, se você encher o pratinho do seu filho com esses alimentos não vai fazer mal.


Se sódio está em quase tudo, como controlar o consumo? 
Trocar as guloseimas por lanchinhos mais saudáveis, evitar comida congelada, moderar o consumo de fast-food, tudo isso ajuda muito. Mas, vamos nos concentrar em duas dicas bem importantes e simples. A primeira é ler o rótulo antes de comprar os produtos. Se o alimento é rico em sódio, se é gorduroso, se contém vitamina... está tudo discriminado na embalagem. É só a gente se lembrar de olhar. A outra dica parece estranha, mas ajuda: tirar o saleiro da mesa. Assim, você evita que o seu filho coloque mais sal no prato do que o necessário. 

Fontes: Jocemara Gurmini, pediatra, gastroenterologista e nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe, e Eliane Cristina de Almeida, nutricionista da Unifesp. 



terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quase metade das mães oferece alimento sólido aos bebês antes dos quatro meses, segundo pesquisa

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Neste mês de Setembro traremos dicas e matérias úteis a alimentação de seu bebê.
Traremos nesta semana dicas sobre a alimentação de 0 a 1 ano e semana após semana traremos dicas para outras idades no mesmo assunto!

A introdução precoce é preocupante e pode favorecer o desenvolvimento de doenças crônicas na criança
texto de Andressa Basilio, fonte site revista crescer




Uma das primeiras orientações que as mães recebem é a de que é importante amamentar seus filhos até os 6 meses de idade, quando começa a introdução de alimentos sólidos e pastosos na dieta. Porém, um novo levantamento realizado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos mostrou que 40% dos pais estão dando alimentos aos pequenos antes dos 4 meses de vida. 

O maior porcentual foi encontrado entre os bebês que eram, anteriormente, alimentados com fórmulas (52,7%) e a menor, entre as crianças que só consumiam leite materno (24,3%). “Meu bebê está com fome”, “Já tem idade suficiente”, “A comida ajuda meu bebê a dormir”, “Meu filho quer experimentar o que eu como” e “Meu médico me orientou assim” são as principais justificativas mencionadas pelos pais para a antecipação dos alimentos. 

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo alertam para o fato de que amigos e parentes também podem influenciar nas decisões das mães em relação à alimentação infantil. Um estudo anterior revelou que as opiniões da família eram o fator mais importante para as mães de baixa renda decidirem se iriam amamentar ou não a criança.

Para o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, apresentar a comida sólida antes da hora pode prejudicar a formação do sistema imunológico da criança. “Somente o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses é capaz de fortalecer o organismo do bebê. Por mais que a mãe zele pela composição e qualidade da dieta, se o sistema imunológico ainda não está completamente formado, há também o risco de alergias alimentares precoces e até doenças crônicas”, avisa o especialista. Um estudo grande realizado na Holanda em 2011, provou que o aleitamento exclusivo é fundamental na prevenção de problemas respiratórios, como asma e rinite. A explicação é que o leite da mãe também contém nutrientes e anticorpos que agem contra essas doenças. 


A primeira papinha 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que a primeira papinha comece a ser dada a partir dos 7 meses. Águas, chás ou quaisquer outros alimentos devem ser evitados até esse período, por mais que os pais os considerem leves ou inofensivos. 

Além de respeitar a idade certa, a introdução dos alimentos na dieta do bebê deve ser feita de forma gradual. O pediatra Victor Nudelman do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) explica abaixo o melhor jeito de começar: 

1 - Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra – e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor. 
2 - Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três, quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde e observe se o organismo da criança reage bem. 

3 - Depois de uma semana, organize o horário das mamadas para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche. 

4 - Quando o bebê já estiver habituado, é hora de dar a papinha salgada no jantar, também. E papinha de frutas como sobremesa, nas duas refeições. 
Quantidade ideal 
Algumas crianças comem mais do que as outras e, aos poucos, os pais conseguem estabelecer o ‘tamanho do prato’ ideal para o filho. Mas aí vão algumas referências para começar: 

- dos 7 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara 
- dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia 
- de 1 a 3 anos: um prato infantil completo 


Atenção aos temperos 
A papinha é o primeiro contato do seu filho com os novos sabores. Para estimular essa degustação da melhor maneira possível e evitar problemas de saúde, a regra é temperar com pouco sal. A dica da nutricionista Andréia Veiga, da empresa Pequenos Gourmets, é usar, nas refeições salgadas, ervas naturais, como salsinha, cebolinha, manjericão e orégano, cortadas em pedaços bem pequenos, para serem mastigados facilmente. Temperos fortes como pimenta e curry são vetados. Para as primeiras saladas, use tempero como azeite, cebola e uma pitadinha de limão. Evite qualquer aromatizante, como açúcar, canela e cravo, nas papinhas doces. A própria fruta confere a doçura necessária para deixar a refeição gostosa.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Liquidação Inverno PetiPoti Moda Infantil e Fantasias!!!

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Venham agora mesmo pra PetiPoti Moda Infantil e Fantasias e Confiram!!!


Toda Coleção de Inverno 2013!!!






PetiPoti Moda Infantil e Fantasias.
Av. Zelina, 456A - V. Zelina - São Paulo/SP
Tel: (11) 2307 0115
Email: petipoti@petipoti.com.br
Site: www.petipoti.com.br

Promoção válida por tempo determinado ou enquanto durarem os estoques. Promoção pode ser retirada sem prévio aviso. Toda coleção de inverno com descontos de até 30%. Produtos do cantinho do desconto com promoções de até 60% desconto. Calçados com desconto de 50%. Os produtos constantes da promoção só poderão ser trocados por produtos constantes nas promoções. Imagens meramente ilustrativas. Não garantimos numeração, nem modelo constante nas imagens.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Criança pode ser vegetariana?

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SEUS FILHOS





A decisão final cabe aos pais, mas uma dieta restritiva, especialmente nos primeiros anos de vida, pode causar deficiência de nutrientes
Texto de Marcela Bourroul


Os pais já se esqueceram da última vez em que comeram um pedaço de carne. Alguns casais eliminaram inclusive ovos, leites e seus derivados da alimentação. Com a chegada de um filho, a tendência é manter esses hábitos e reproduzi-los no cardápio da criança. Mas atenção: nos primeiros anos de vida, uma dieta restritiva pode ser prejudicial à saúde. 

De acordo com Virgínia Weffort, presidente do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), crianças não devem adotar dietas vegetarianas. “Ela precisa das vitaminas presentes na carne, como ferro, vitamina B12 e zinco. Se também não consumir leite e ovos, ficará com deficiência de cálcio e proteínas”. A falta desses nutrientes pode prejudicar o desenvolvimento. Outro problema da dieta vegetariana é que ela geralmente diminui o consumo calórico, o que pode atrasar o crescimento da criança. 

Para Jocemara Gurmini, nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR), dietas vegetarianas podem oferecer vantagens a adultos, mas são inadequadas para crianças. Ela não recomenda que bebês com menos de 2 anos tenham a alimentação restrita, mas afirma: “Apesar das possibilidades de carências, uma vez optado por este tipo de dieta na infância, a criança deve ser acompanhada por nutricionista e nutrólogo e assistida de perto por um pediatra que conheça a dieta.” 

A Sociedade Americana de Pediatria classifica três diferentes tipos de dietas vegetarianas. O primeiro grupo não consome carnes, mas come ovos, leites e seus derivados. O segundo grupo exclui os ovos e o terceiro grupo, dos veganos, não consome nem ovos nem leite. Segundo a instituição, crianças de 5 a 12 anos podem ser bem nutridas nos três tipos de dieta, mas o equilíbrio é mais difícil no caso dos veganos. De qualquer maneira, a recomendação nos três casos é que a criança seja acompanhada por um médico especialista e, se necessário, consuma alimentos enriquecidos ou suplementos vitamínicos. Segundo Virgínia, crianças vegetarianas costumam precisar de suplementos de vitamina B12, ferro e zinco. 

Uma última questão precisa ser avaliada em relação a esse tipo de dieta. Às vezes, a própria criança se sensibiliza ao tomar consciência de que para comer carne é necessário matar um animal e passa a insistir na mudança de hábitos. Nesse caso, vale conversar com ela, consultar seu pediatra e até mesmo visitar um nutrólogo. Por outro lado, quando são os pais que introduzem a dieta vegana ou vegetariana, pode ser que a criança algum dia sinta vontade de voltar a comer os alimentos “proibidos”. Aí, diz Virgínia, o ideal é permitir.

30 maneiras de fazer seu filho sorrir

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Quer coisa mais gostosa do que uma gargalhada do seu filho? Além de ser uma delícia, por trás dela, também existem muitos benefícios que vão durar por toda a vida. Aqui, você vai descobrir ideias de momentos especiais que vão arrancar sorrisos, pedidos de ‘quero mais’ e olhares curiosos que ficarão guardados para sempre na sua e na memória de seu filho. Aproveite!
Bruna Menegueço

 Shutterstock


Se você acha que é preciso muito esforço e dinheiro para ela acontecer, tenha certeza de que a felicidade está presente em momentos como uma tarde chuvosa com cheiro de bolinhos de chuva, um abraço apertado na porta da escola ou em um fim de semana ensolarado com os pés na areia e na água do mar. Simples assim! 

Fazer seu filho feliz, segundo especialistas, é muito mais fácil do que você imagina, mas o bem que essa sensação traz é enorme e dura por toda a vida. “Crianças felizes são mais criativas e inteligentes e sabem lidar melhor com os desafios”, afirma o psicólogo americano Lawrence J. Cohen, especialista em brincadeiras infantis. 

Quando seu filho dá aquela gargalhada é sinal, sim, de que ele está se sentindo bem e feliz, mas também está desenvolvendo importantes habilidades intelectuais, como a noção de lógica e causa e consequência. Feliz, seu filho terá mais facilidade para fazer amizades, lidar com frustrações e, quando adulto, saberá conviver de forma pacífica e bem-humorada com as pessoas no ambiente de trabalho. 

E se você está aí ainda se perguntando o que mais pode fazer para ganhar um sorriso do seu filho, preparamos algumas dicas para inspirar você. Quando essa lista terminar, certamente, você terá novas ideias e então a tarefa (e o prazer) de fazer seu filho feliz não terminará nunca. 

1 - Fotografem caretas um do outro. 

2 - Deixe-o dormir na sua cama de vez em quando. 

3 - Faça bolhas com um canudo em um copo plástico transparente com água para seu bebê se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

4- Deixe surpresas na lancheira para lembrá-lo que você pensa nele enquanto está na escola. Você pode cortar o sanduíche em formatos diferentes para que, a cada dia, ele tenha uma surpresa diferente com o lanche, colocar uma piada ou um desafio para que ele possa dividir com os amigos e se divertir ou deixe um escreva recadinho carinhoso ou divertido em um papel especial. 
5 - Prepare um piquenique no parque com direito a toalha xadrez! E, se der, leve tudo em uma cesta. Seu filho vai adorar! 

6 - Brinquem de caça ao tesouro. Espalhe dicas pela casa e faça com que seu filho encontre uma de cada vez até o tesouro, que pode ser os ovos da Páscoa, o presente de aniversário ou apenas um bombom. O que vale é o prazer da brincadeira. 

7 – Apresente três novas sensações ao seu bebê: 
• Brinquem com gelo. Os bebês vão achar muito engraçado sentir a textura gelada e escorregadia do gelo. Coloque uma pedrinha nas mãos do seu filho e observe a sua reação. 
• Faça uma grande bola de chiclete e deixe-o estourar. 
• Coloque uma luva bem macia e bem colorida e brinque com seu filho para ele sentir uma nova textura. 

8 - Façam uma coisa “proibida” juntos. Pode ser um sorvete antes do almoço, um banho demorado, pizza no sofá da sala, raspar a panela de brigadeiro... 

9 - Façam guerra de travesseiros naquela noite em que todos estão sem sono. Escolha uns bem macios e deixe a bagunça tomar conta do quarto. 

10 - Dê uma cambalhota ou estrela com seu filho – eles acham o máximo quando adultos brincam como crianças. 

11- Acorde seu filho com uma bandeja de café da manhã na cama! 

12 - Mostre fotos antigas da família e conte histórias engraçadas de quando você era criança. 

13 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide os amigos dele. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

14 - Leve-o para passar um dia no seu trabalho. 

15 - Montem uma banda improvisada juntos. Vale pegar qualquer coisa em casa que faça barulho e ensaiar uma música bem animada. 

LEIA MAIS: 10 dicas para estimular a criança a andar
16 - Brinquem de "você inventa a letra": peguem uma música conhecida e criem uma nova história sem pé nem cabeça. Vai ser muito divertido! 

17 - Apostem uma corrida de saco. Você se lembra dessa brincadeira? Aproveite um saco de estopa ou de farinha e procure um lugar gramado para não machucar, afinal, todo mundo vai mesmo se jogar no chão quando cruzar a linha. 

18 - Escolha um jogo bem amistoso do time do coração para levá-lo ao estádio de futebol. 

19 - Faça com ele um cartão para um parente ou amigo querido. Coloque uma cartolina no chão com um montão de giz de cera em volta e deite com ele para fazer o desenho e escrever uma mensagem. 

20 - Apareça de surpresa para assistir à aula de natação, ballet ou futebol. 

21 - Abra as portas do seu guarda-roupa e deixe que ele use suas roupas, maquiagem e pasta do trabalho para imitar o papai/mamãe. 

22 - Faça caras engraçadas para o seu bebê. 

23 - Ria das piadas dele. Quando vão crescendo, eles descobrem que algumas histórias ou atitudes fazem os adultos darem risada. E eles adoram isso... 

24 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

25 - Compre uma caixa com 60 lápis de cor para encher os olhos dele e despertar aquela vontade de pintar, pintar e pintar... 

26 - Economize para fazer um passeio de balão. 

27 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

28 - Faça bolhas em um copo de plástico transparente com água para ele se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

29 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide todos os amigos. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

30 - É muito difícil de acontecer, quase impossível, mas se nenhuma das dicas anteriores der certo, apele para as coceguinhas. Pode ser na barriga, embaixo do braço, nos pés e no pescoço. Ele não vai resistir e soltará aquela gargalhada que você adora!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dica da Semana: Como Descobrir uma Criança Disléxica

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Educador Atencioso, Educando não Capcioso
"Sendo a mente de uma criança um livro em branco, escrever em suas páginas propostas edificantes é dever de todo Pai ou Educador..."
Autor: 
Professor Vicente Martins
O Educador e Pesquisador, Professor Vicente Martins, avalia os resultados de suas pesquisas sobre a Dislexia.
São importantes aspectos coletados com a prática didática e que vão ajudar você a aprender e entender mais sobre esse distúrbio tão comum, e que se tornou mais conhecido e reconhecido como patologia apenas em nossos dias.
O Artigo

Nos últimos sete anos, venho desenvolvendo estudos sobre a contribuição da lingüística para o diagnóstico da dislexia. A dislexia é uma síndrome pouco conhecida e pouco diagnosticada por pais e educadores, especialmente os pedagogos e médicos, que se voltam ao desenvolvimento cognitivo das crianças na educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio)
A dislexia é uma perturbação ou transtorno ao nível de leitura. A criança disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender eficientemente o que lê.
O que nos chama atenção, à primeira vista, é que uma criança disléxica é inteligente, habilidosa em tarefas manuais, mas persiste um quadro de dificuldade de leitura da educação infantil à educação superior.
Minha estimativa, por baixo, é a de que, no Brasil, pelo menos, 15 milhões crianças e jovens
Conhecer as patologias físicas
e psicológicas,  isso deveria ser
 uma pauta regular no repertório
 cognitivo dos pais e educadores...
sofram com distúrbios de letras. Creio que a dislexia é a maior causa do baixo rendimento escolar.
A linguagem é fundamental para o sucesso escolar. Ela está presente em todas as disciplinas e todos os professores são potencialmente professores de linguagem, porque utilizam a língua materna como instrumento de transmissão de informações.
Muitas vezes uma dificuldade no ensino da matemática está relacionada à compreensão do enunciado do que ao processo operatório da solução do problema.
Os disléxicos, em geral, sofrem com a discalculia (dificuldade de calcular) porque encontram dificuldade de compreender os enunciados das questões.
É necessário que diagnóstico da dislexia seja precoce, isto é, os pais e educadores se preocupem em encontrar indícios de dislexia em crianças aparentemente normais, já nos primeiros anos de educação infantil, envolvendo as crianças de 4 a 5 anos de idade.
Quando não se diagnostica a dislexia, ainda na educação infantil, os distúrbios de letras podem levar crianças de 8 a 9, no ensino fundamental, a apresentar perturbações de ordem emocional, efetiva e lingüística.
Uma criança disléxica encontra dificuldade de lê e as frustrações acumuladas podem conduzir a comportamentos anti-sociais, à agressividade e a uma situação de marginalização progressiva.
Os pais, professores e educadores devem estar atentos a dois importantes indicadores para o diagnóstico precoce da dislexia: a história pessoal do aluno e as suas manifestações lingüísticas nas aulas de leitura e escrita.
Quando os professores se depararem com crianças inteligentes, saudáveis, mas com dificuldade de ler e entender o que lê, devem investigar imediatamente se há existência de casos de dislexia na família. A história pessoal de um disléxico, geralmente, traz traços comuns como o atraso na aquisição da linguagem, atrasos na locomoção e problemas de dominância lateral.
Os dados históricos de dificuldades na família e na escola poderão ser de grande utilidade para profissionais como psicólogos, psicopedagogos e neuropsicólogos que atuam no processo de reeducação lingüística das crianças disléxicas.
No plano da linguagem, os disléxicos fazem confusão entre letras, sílabas ou palavras com diferenças sutis de grafia como "a-o", "e-d", "h-n" e "e-d", por exemplo.
As crianças disléxicas apresentam uma caligrafia muito defeituosa, verificando-se irregularidade do desenho das letras, denotando, assim, perda de concentração e de fluidez de raciocínio.
As crianças disléxicas apresentam confusão com letras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço como "b-d". "d-p", "b-q", "d-b", "d-p", "d-q", "n-u" e "a-e". A dificuldade pode ser ainda para letras que possuem um ponto de articulação comum e cujos sons são acusticamente próximos: "d-t" e "c-q", por exemplo.
Na lista de dificuldades dos disléxicos, para o diagnóstico precoce dos distúrbios de letras, educadores, professores e pais devem ter atenção para as inversões de sílabas ou palavras como "sol-los", "som-mos"bem como a adição ou omissão de sons como "casa-casaco", repetição de sílabas, salto de linhas e soletração defeituosa de palavras.

Por fim, com os novos recursos da sociedade informática, pais e educadores devem redobrar os cuidados. O mau uso do computador, por exemplo, pode levar a criança a ter algum distúrbio de letras. Até agora, não há estudos científicos sobre o assunto, mas, pelo relato de pais e professores, dirigidos ao meu site (Professor Vicente Martins) , na Internet, revelam que posições pouco ergonômicas perante a um computador, pode comprometer o sistema perceptivo da criança, levando à dificuldade de leitura e escrita.
Acredito também que o transporte inadequado de mochilas pode também comprometer o sistema perceptivo da crianças, de modo a embaraçar sua visão na hora de ler ou escrever
Este artigo resulta dos trabalhos de investigação do professor Vicente Martins sobre as Dificuldades de Aprendizagem relacionadas à Linguagem.
Para referência webliográfica:

MARTINS, Vicente. (2001). " Como descobrir um disléxico".
A informação aqui apresentada não substitui a consulta de um médico ou profissional especializado. Para obter informações mais precisas e indicadas para o seu caso específico, consulte o seu médico de família ou um especialista na área de Distúrbios de Linguagem.

 

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