Todos os direitos reservados 2013. Tecnologia do Blogger.
Mostrando postagens com marcador sugestão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sugestão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sentimento de paternidade é construído com o tempo, diz pesquisa

0 comentários

SUA GRAVIDEZ


Quanto mais os homens participarem da gravidez, mais emocionalmente envolvidos com o bebê eles vão estar
Texto escrito por 
Andressa Basilio


Assim que a mulher pega o teste de gravidez e descobre que é positivo, ela começa a se sentir como mãe. Mas, como nasce um pai? Apesar de ele ser tão responsável quanto a mulher pelo bebê que está crescendo, o sentimento de paternidade só começa mesmo a aflorar depois da descoberta do sexo do bebê e da escolha do nome. Essa é a conclusão de uma nova pesquisa feita pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, que acompanhou pais de primeira-viagem desde a concepção até o nascimento da criança. 

Para os autores, quanto mais os homens participarem da gravidez, mais emocionalmente envolvidos com o bebê eles vão estar. O ginecologista e obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP) conta que a participação deles está cada vez mais comum: “Aqui no consultório, a gente sempre vê um casal grávido. O marido vem junto com a esposa e faz uma série de perguntas. Ele quer entender tudo o que está se passando com a mulher, ele quer ajudar. E deve." 
Quanto mais cedo, melhor
A mulher grávida sente o corpo se transformar para receber a criança, troca sangue com o bebê, sente seus movimentos. O pai não tem nada disso, portanto seu amor é diferente e pode demorar um pouco mais para chegar. Daí a importância do diálogo, do envolvimento em tudo que for relacionado ao bebê. 

Além de acompanhar a gestante nas consultas médicas, os homens podem participar ativamente das providências para a chegada do bebê. “Comprar o enxoval, montar o quarto, participar do curso de gestante e fazer carinho na barriga vai fazer o homem experienciar também a gravidez e se sentir mais participativo”, aconselha o obstetra. 

Outra coisa importante – e que muitos pais sentem vergonha de fazer – é conversar com o nenê. Sim, ele ainda está na barriga, não entende uma palavra do você diz, mas consegue perceber o carinho. Para Mônica Lemos, que coordena um curso de estreitamento de vínculo entre pais e filhos no Hospital Universitário de Brasília, a conversa também vai ajudar o bebê a identificar a voz como sendo do pai quando ele nascer. “Uma coisa que a gente sempre fala para os homens é que a mãe está ali o tempo todo, o bebê sabe quem ela é. O pai não, ele precisa explicar para a criança que também faz parte da vida dela”. 
E continua depois do nascimento 
Então o pai decide fazer tudo certinho na gestação: ajuda a escolher o nome do seu filho, a cor do quarto, o tamanho do berço, aprende técnicas de trocar fralda e de fazer mamadeira, contém a expectativa da chegada e participa do parto. Tudo o que um bom pai deve fazer. Mas, nem por isso, a missão acabou. O estreitamento de vínculo com o filho pode parecer natural, mas requer esforço e manutenção, afinal, o bebê vai chorar a noite, vai precisar de cuidados e vai cobrar dedicação dos pais também. 

A socióloga e especialista em construção da paternidade Ana Liési Thurler, da Universidade de Brasília, diz que nada é natural. “Vínculos afetivos não se criam magicamente, mas pela convivência. Os laços entre pais e filhos são criados à medida em que se cuida da criança, dá banho, troca fraldas, dá carinho, lhe conta histórias e canções, encoraja a dar os primeiros passos, e assim por diante.” A boa notícia é que o amor torna todos esses desafios mais fáceis. E, no fim das contas, não há nada mais gostoso do que passar o tempo com seu filho, não é mesmo?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

30 maneiras de fazer seu filho sorrir

0 comentários
Quer coisa mais gostosa do que uma gargalhada do seu filho? Além de ser uma delícia, por trás dela, também existem muitos benefícios que vão durar por toda a vida. Aqui, você vai descobrir ideias de momentos especiais que vão arrancar sorrisos, pedidos de ‘quero mais’ e olhares curiosos que ficarão guardados para sempre na sua e na memória de seu filho. Aproveite!
Bruna Menegueço

 Shutterstock


Se você acha que é preciso muito esforço e dinheiro para ela acontecer, tenha certeza de que a felicidade está presente em momentos como uma tarde chuvosa com cheiro de bolinhos de chuva, um abraço apertado na porta da escola ou em um fim de semana ensolarado com os pés na areia e na água do mar. Simples assim! 

Fazer seu filho feliz, segundo especialistas, é muito mais fácil do que você imagina, mas o bem que essa sensação traz é enorme e dura por toda a vida. “Crianças felizes são mais criativas e inteligentes e sabem lidar melhor com os desafios”, afirma o psicólogo americano Lawrence J. Cohen, especialista em brincadeiras infantis. 

Quando seu filho dá aquela gargalhada é sinal, sim, de que ele está se sentindo bem e feliz, mas também está desenvolvendo importantes habilidades intelectuais, como a noção de lógica e causa e consequência. Feliz, seu filho terá mais facilidade para fazer amizades, lidar com frustrações e, quando adulto, saberá conviver de forma pacífica e bem-humorada com as pessoas no ambiente de trabalho. 

E se você está aí ainda se perguntando o que mais pode fazer para ganhar um sorriso do seu filho, preparamos algumas dicas para inspirar você. Quando essa lista terminar, certamente, você terá novas ideias e então a tarefa (e o prazer) de fazer seu filho feliz não terminará nunca. 

1 - Fotografem caretas um do outro. 

2 - Deixe-o dormir na sua cama de vez em quando. 

3 - Faça bolhas com um canudo em um copo plástico transparente com água para seu bebê se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

4- Deixe surpresas na lancheira para lembrá-lo que você pensa nele enquanto está na escola. Você pode cortar o sanduíche em formatos diferentes para que, a cada dia, ele tenha uma surpresa diferente com o lanche, colocar uma piada ou um desafio para que ele possa dividir com os amigos e se divertir ou deixe um escreva recadinho carinhoso ou divertido em um papel especial. 
5 - Prepare um piquenique no parque com direito a toalha xadrez! E, se der, leve tudo em uma cesta. Seu filho vai adorar! 

6 - Brinquem de caça ao tesouro. Espalhe dicas pela casa e faça com que seu filho encontre uma de cada vez até o tesouro, que pode ser os ovos da Páscoa, o presente de aniversário ou apenas um bombom. O que vale é o prazer da brincadeira. 

7 – Apresente três novas sensações ao seu bebê: 
• Brinquem com gelo. Os bebês vão achar muito engraçado sentir a textura gelada e escorregadia do gelo. Coloque uma pedrinha nas mãos do seu filho e observe a sua reação. 
• Faça uma grande bola de chiclete e deixe-o estourar. 
• Coloque uma luva bem macia e bem colorida e brinque com seu filho para ele sentir uma nova textura. 

8 - Façam uma coisa “proibida” juntos. Pode ser um sorvete antes do almoço, um banho demorado, pizza no sofá da sala, raspar a panela de brigadeiro... 

9 - Façam guerra de travesseiros naquela noite em que todos estão sem sono. Escolha uns bem macios e deixe a bagunça tomar conta do quarto. 

10 - Dê uma cambalhota ou estrela com seu filho – eles acham o máximo quando adultos brincam como crianças. 

11- Acorde seu filho com uma bandeja de café da manhã na cama! 

12 - Mostre fotos antigas da família e conte histórias engraçadas de quando você era criança. 

13 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide os amigos dele. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

14 - Leve-o para passar um dia no seu trabalho. 

15 - Montem uma banda improvisada juntos. Vale pegar qualquer coisa em casa que faça barulho e ensaiar uma música bem animada. 

LEIA MAIS: 10 dicas para estimular a criança a andar
16 - Brinquem de "você inventa a letra": peguem uma música conhecida e criem uma nova história sem pé nem cabeça. Vai ser muito divertido! 

17 - Apostem uma corrida de saco. Você se lembra dessa brincadeira? Aproveite um saco de estopa ou de farinha e procure um lugar gramado para não machucar, afinal, todo mundo vai mesmo se jogar no chão quando cruzar a linha. 

18 - Escolha um jogo bem amistoso do time do coração para levá-lo ao estádio de futebol. 

19 - Faça com ele um cartão para um parente ou amigo querido. Coloque uma cartolina no chão com um montão de giz de cera em volta e deite com ele para fazer o desenho e escrever uma mensagem. 

20 - Apareça de surpresa para assistir à aula de natação, ballet ou futebol. 

21 - Abra as portas do seu guarda-roupa e deixe que ele use suas roupas, maquiagem e pasta do trabalho para imitar o papai/mamãe. 

22 - Faça caras engraçadas para o seu bebê. 

23 - Ria das piadas dele. Quando vão crescendo, eles descobrem que algumas histórias ou atitudes fazem os adultos darem risada. E eles adoram isso... 

24 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

25 - Compre uma caixa com 60 lápis de cor para encher os olhos dele e despertar aquela vontade de pintar, pintar e pintar... 

26 - Economize para fazer um passeio de balão. 

27 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

28 - Faça bolhas em um copo de plástico transparente com água para ele se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

29 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide todos os amigos. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

30 - É muito difícil de acontecer, quase impossível, mas se nenhuma das dicas anteriores der certo, apele para as coceguinhas. Pode ser na barriga, embaixo do braço, nos pés e no pescoço. Ele não vai resistir e soltará aquela gargalhada que você adora!

sábado, 17 de agosto de 2013

Sugestões de livros para iniciar seu filho na leitura

0 comentários
Por MADSON MORAES

Que livros escolher para iniciar seu filho na leitura? Os clássicos ou optar por livros da moda com bruxos e vampiros? O Tempo de Mulher pediu a educadores que recomendassem livros infantis e explicassem a importância da leitura na formação das crianças e jovens.






























Para a coordenadora de Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental do Colégio Santo Ivo, Terezinha Fulanetto, que recomendou livros como 'Minhas memórias de Lobato', e 'Fábulas Favoritas', a leitura serve como estímulo para a criança aprender a humanizar-se, a renunciar, a perder e a ganhar. 'Estimula-se, ainda, a emoção da descoberta, o desenvolvimento da segurança intelectual com formas de pensar coerentes dando a elas a oportunidade de decidir por si mesmas', explica.
Outra especialista é a psicóloga e psicanalista Christine Bruder, fundadora da Primetime Child Development, centro de desenvolvimento infantil para bebês de 0 a 3 anos. Ela ressalta que adultos que leem para as crianças precisam fazê-lo com entusiasmo e satisfação já que os bebês percebem o envolvimento dos pais e atribuem, a partir daí, um valor para leitura e os livros. Christine explica que não há limite de idade para começar a ler e que recém-nascidos já conseguem reconhecer o tom e musicalidade da voz da mãe e ficar interessados na narrativa.
'Quem ouve histórias e tem contato com os livros desde bebê mostra, na fase escolar, um vocabulário maior e mais complexo, discrimina melhor os sons das palavras e entende melhor textos informativos. Os recém-nascidos já reconhecem o tom e musicalidade da voz da mãe e vão ficar interessados na narrativa. Claro que não entendem ainda o significado das palavras, mas recebem o afeto e se familiarizam com os sons do idioma materno', analisa a psicóloga.
Para Christine Bruder, essa interação com a família favorece a formação de um vínculo de qualidade, uma vez que a maioria dos bebês responde à leitura com olhares, expressão facial e até balbucios criando um momento de muita intimidade, satisfação e reciprocidade entre mãe ou pai e o bebê.
'Quando um bebê cresce ouvindo histórias, ele se acostuma com a intimidade de compartilhar histórias com alguém e com o prazer intelectual que o livro e as atividades culturais proporcionam. Existem, portanto, grandes chances dessa criança continuar buscando por atividades compartilhadas e que tragam satisfação intelectual ao invés de buscar isolamento e atividades vazias de significado', explica a psicóloga.

CONFIRA AS DICAS DAS ESPECIALISTAS A SEGUIR!

Livros infantis clássicos e os ilustrados são ótimas opções

'A vantagem dos clássicos infantis é que as boas traduções costumam ter textos de qualidade, bem escritos, com vocabulário abrangente, sem gírias ou linguagem infantilizada. Pais podem também optar por livros com ilustração de qualidade para que o bebê visualize o que está sendo contado ou lido e se beneficie da experiência estética de apreciar imagens diferenciadas e interessantes', avalia Christine.
Leitura deve ser diária para ocupar rotina da criança

Quantos livros eles devem ler por ano? É importante estabelecer metas? O ideal, explica a psicóloga Christine Bruder, é que essa leitura seja diária e ocupe um lugar dentro da rotina da criança. 'Essa consistência dentro da rotina, a qualidade do livro e a técnica de leitura são aspectos mais importantes do que a quantidade de títulos inclusive porque as crianças pequenas gostam de reler diversas vezes suas histórias preferidas', analisa a especialista da Primetime.
Pais devem insistir caso filho não tenha 'curtido' experiência da leitura?

A dica da psicóloga é não desistir e informar-se sobre o que esperar do comportamento do seu filho em relação aos livros e adaptar essa leitura às possibilidades da criança.
'Não podemos esperar que uma criança de 2 anos, por exemplo, fique quieta, pare sentada e escute uma história até o fim. Não corresponde ao comportamento típico da maioria das crianças dessa idade. Não desista! Tornando a atividade divertida e respeitando os limites da criança ela logo passará a se interessar pelo mundo dos livros', explica a psicóloga.
'A Casa Sonolenta' de Audrey e Don Wood (Editora Ática)
Por que eu indico: 'Os bebês se encantam com essa história divertida e com a linda ilustração e com a construção circular da narrativa. A cada página, os acontecimentos anteriores são recuperados e os bebês podem enriquecer seu vocabulário, além de exercitar sua memória de trabalho', recomenda a psicóloga Christine Bruder, da Primetime Child Development, centro de desenvolvimento infantil para bebês de 0 a 3 anos.




'O Grúfalo' de Julia Donaldson e Axel Scheffler (Editora Brinque Book)

Por que eu indico: 'Um ratinho alegre, corajoso e esperto se livra de ser comido pelos outros animais da floresta. Enquanto isso o bebê aprende sobre as características dos animais, sobre a vida na floresta e ainda trabalha a atenção', explica Christine.




'O homem que amava caixas' de Stephen Michael (Editora Brinque Book)

Por que indico: 'Ambientado no mundo dos sonhos, o livro ajuda a desenvolver a criatividade das crianças', recomenda Patrícia Bissetti, coordenadora pedagógica de educação infantil e 1° ano do Colégio Pio XII.









'A Bruxa Salomé' de Audrey e Don Wood (Editora Ática)

Por que indico: 'Crianças a partir de dois anos gostam do enredo e das ilustrações cheias de expressão e emoção. Podem experimentar de forma segura e protegida, por meio da fantasia da história, alguns medos e ansiedades típicos dessa fase de desenvolvimento e sentirem-se capazes de enfrentar os desafios', recomenda a psicóloga Christine Bruder da Primetime.





'Entre neste livro – A constituição para crianças' de Liliana Iacocca e Michele Iacocca (Editora Ática)

Por que eu indico: 'O livro apresenta a Constituição brasileira para crianças. Além disso, revela como funciona o Estado e aborda temas como direito das crianças e dos adolescentes e proteção do meio ambiente. Uma leitura gostosa e bem-humorada que vai servir de ponto de partida para se discutir Direitos Humanos', explica Terezinha Fulanetto, coordenadora da Ed. Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental do Sto. Ivo.




'Minhas memórias de Lobato' de Luciana Sandroni (Cia das Letras)

Por que eu indico: 'Emília, Pedrinho e Narizinho são todos conhecidos que parecem pertencer ao domínio público. Neste livro é o próprio Monteiro Lobato quem se transforma em objeto das 'memórias' de Emília e de seu ajudante, o Visconde de Sabugosa. O que eles fazem é uma biografia para crianças, numa linguagem séria e lúdica que o próprio Lobato aprovaria', destaca Terezinha.







'Fábulas Favoritas' (Girassol Edições Ltda)

Por que eu indico: 'Os animais têm características humanas e transmitem lições morais com grande simplicidade', recomenda Terezinha Fulanetto.










'O pote vazio' de Demi (Editora Martins Fontes)

Por que eu indico: 'Mostra como o fracasso constrangedor se transformou em triunfo nesta história sobre honestidade compensada que trouxe a pura verdade', indica Terezinha Fulanetto, coordenadora da Ed. Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental do Sto. Ivo.









'Maria vai com as outras' de Sylvia Orthoff (Editora Ática)

Por que eu indico: 'O livro ressalta a importância das crianças tomarem suas próprias decisões e não seguir somente o que os amigos fazem', destaca Patrícia Bissetti, coordenadora pedagógica de educação infantil e 1° ano do Colégio Pio XII.







'O palhaço espalhafato' de Ana Maria Machado e Claudius (Ed. Salamandra)

Por que eu indico: 'A Série Mico Maneco oferece às crianças uma fascinante aventura: aprender a ler, lendo. Apresentando personagens bem brasileiras, inseridas em histórias curtas e imaginativas, estes livros fazem da alfabetização um prazer. Incentiva as atitudes gentis', indica Terezinha Fulanetto, coordenadora da Ed. Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental do Sto. Ivo.






'O menino que aprendeu a ver' de Ruth Rocha (Quinteto Editorial)

Por que eu indico: 'Excelente livro para início da alfabetização com símbolos e letras', indica a coordenadora pedagógica de educação infantil e 1° ano do Colégio Pio XII, Patrícia Bissetti.









'O dinheiro – Aprenda a cuidar do seu dinheiro' de Cristina Von (Ed. Callis)

Por que eu indico: 'O objetivo do livro é conscientizar os alunos da necessidade de um consumo sem exageros', explica Terezinha Fulanetto, coordenadora da Ed. Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental do Sto. Ivo.









'Coleção Bullying – Não é brincadeira' de Simara Rascalha Casadei (Ed. Just)

Por que indicar: 'Para crianças de 5 a 8 anos, os livros abordam temas que podem desencadear o bullying. Além disso, os textos apresentam questões sobre o consumismo, o preconceito e a inclusão com uma linguagem simples, sensível e divertida', indica Terezinha Fulanetto.







'Adivinha o quanto eu te amo' de Sam Mcbratney (Martins Fontes Edições Ltda), 'O grande livro das emoções' de Esteve Pujol e Rafael Bisquerra (Ed. Ciranda Cultural) e a coleção 'Como eu me sinto quando' de Trace Moroney (Ed. Ciranda Cultural).

Por que eu indico: 'Os livros citados têm o objetivo de ensiná-los a identificar diversos sentimentos e saber lidar com eles', explica Terezinha Fulanetto, coordenadora da Ed. Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental do Sto. Ivo.




'Ei, ei, ei, Vanderlei – Histórias que cantam' de Estevão Marques (Melhoramentos)

Por que eu indico: 'Excelente para ser contato antes de dormir, com o autor transferindo a animais situações cotidianas', indica Patrícia Bissetti, coordenadora pedagógica de educação infantil e 1° ano do Colégio Pio XII.








'Chapeuzinho amarelo' de Chico Buarque (Editora José Olympio)

Por que eu indico: 'O livro ensina a enfrentar os medos para conquistar autonomia, estimula a convivência e a leitura', indica Patrícia Bissetti.









 

' Copyright 2013 | PetiPoti Moda Infantil Desenvolvido por Zurc X Criacao e Design | Todos os direitos reservados.