Todos os direitos reservados 2013. Tecnologia do Blogger.
Mostrando postagens com marcador escola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escola. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Tudo o que você precisa saber para o seu filho não ter cárie nunca!!!

0 comentários
Se você tem neura com a limpeza dos dentes do seu filho, leia esta reportagem. Você vai descobrir que os cuidados para impedir que a vilã dos dentes apareça são muito mais simples do que imagina
Ana Paula Pontes


Filho, vem escovar os dentes!” Se essa frase ainda não faz parte do seu dia a dia, aposte que assim que os primeiros dentes surgirem, vai repeti-la diversas vezes – simplesmente porque você nem quer imaginar uma cárie na boca dele. Vale aqui um parênteses de repórter e mãe: antes de conversar com os especialistas para esta reportagem, eu tinha certeza de que o meu filho de 6 anos só não teve nenhuma cárie até hoje por sorte. Não consigo supervisionar todas as escovações que ele faz. Mas acabo de saber que não é só sorte, não. A cárie não surge com a rapidez que a gente imagina, e, felizmente (para nós, pais), a prevenção é simples. Também descobri que o uso de creme dental com flúor para crianças pequenas não é aquele bicho-papão que sempre dava medo. A seguir, você vai encontrar um manual para manter o sorriso do seu filho bem longe da cárie.


Tudo bem se você não consegue acompanhar todas as escovações dos dentes do seu filho.
Garanta que a última, feita à noite, seja a melhor limpeza.


Cárie desde bebê
Sim, ela pode aparecer desde o nascimento do primeiro dente, o que acontece por volta dos 6 meses. A batalha é silenciosa: o açúcar presente nos restos de alimentos que ficam dentro da boca, sólidos ou líquidos (até o leite materno tem), junta-se a uma película de saliva que fica sobre os dentes, chamada biofilme. Nessa película também estão as bactérias do bem e as nocivas, como a Streptococcus mutans, que provoca o buraco no dente (ou a lesão da cárie, como os especialistas chamam). Toda essa sujeira recebe o nome de placa bacteriana. Quando os dentes não são limpos com assiduidade, as bactérias “do mal” se alimentam dos açúcares que estão nesses restos de comida e passam a produzir ácidos que atacam o esmalte protetor dos dentes. Por isso é tão importante não dar doce para o seu filho, principalmente no primeiro ano, nem adoçar o leite que ele toma.

Para entender melhor esse ataque, imagine que o dente é uma parede, da qual você vai removendo o reboco, os tijolos, até abalar as estruturas e ela desmoronar. O primeiro sinal de que algo não vai bem são as manchas brancas que vão aparecer nos dentes. A boa notícia é que elas são reversíveis. Em geral, a aplicação de flúor no consultório (e um puxão de orelha na criança e nos pais) resolve. Ela é liberada já a partir dos primeiros dentes, mas é o dentista que resolve quando é necessária.
Se as manchas não são tratadas, surge um buraquinho no dente. Nesse estágio, a dor aparece. A cárie pode atingir o coração do dente (a parte viva, como o nervo), provocando infecções e até a perda do mesmo. Esse processo é ainda mais rápido nos de leite porque as camadas que protegem sua estrutura são mais finas, e fica fácil atingi-la. A perda precoce de um dente de leite prejudica o crescimento do permanente, porque ele funcionava como um guia. Ou seja, sem um modelo para “seguir”, o dente do seu filho pode nascer torto. Quando se perde mais de um, a mastigação fica prejudicada.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde, de 2003, mostram que 27% das crianças com idades entre 18 e 36 meses têm pelo menos um dente de leite com cárie, e esse número sobe para 60% quando a faixa etária é de 5 anos. No último estudo, realizado no fim do ano passado, não foram publicados dados sobre essas estimativas.
Primeiros cuidados
Como deixar seu filho fora dessas estimativas? Ao contrário do que muita gente deve ter falado para você, a higiene bucal não começa no primeiro dia de vida nem no primeiro mês. “A limpeza deve ser iniciada após a erupção do primeiro dente, quando o risco da cárie começa a existir”, afirma Paulo César Barbosa Rédua, presidente da Associação Brasileira de Odontopediatria. Use gaze ou fralda embebida em água filtrada ou fervida ou uma escovinha de cerda macia uma vez por dia, à noite.
Assim que o primeiro dente apontar, marque também uma consulta com o dentista. Ele vai orientar sobre os cuidados com a higienização bucal e quanto à alimentação da criança (veja o box na página ao lado), fundamentais para a prevenção da cárie. As próximas visitas ao dentista acontecem a cada seis meses. A Associação recomenda a aplicação de flúor como prevenção a partir de 1 ano, mas vai depender da necessidade de cada criança. É importante que seu filho sinta segurança no consultório. Por isso, apresente tudo para ele: desde os materiais a serem usados até o barulho que o motorzinho faz. “O medo da criança deve ser respeitado”, diz Lúcia Coutinho, odontopediatra.
Flúor, um aliado
A maneira como você limpa os dentes do seu filho vai mudar assim que nascer o primeiro dente molar (que é usado para moer os alimentos), o que acontece por volta dos 14 meses. A partir daí, é preciso usar creme dental. E surge a grande questão: uso pasta com ou sem flúor? Até pouco tempo, a indicação era evitar a que tinha. Isso porque a criança pequena, que ainda não sabe cuspir, engole um pouco da pasta durante a escovação. A ingestão de flúor em excesso pode causar fluorose, que provoca manchas brancas nos dentes permanentes ainda em formação. Mas a orientação mudou. A Associação de Odontopediatria e o Ministério da Saúde recomendam, oficialmente, o uso de pasta com flúor, sem risco para a saúde do seu filho. Um estudo realizado pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp (SP), no ano passado, mostrou que pastas sem flúor ou com baixa concentração desse ingrediente não protegem contra as cáries nem evitam o aparecimento de fluorose. Na hora da compra, veja se o creme dental tem flúor a uma concentração de 1.100 ppm (observe essa informação na embalagem do produto). A quantidade usada na escova de dentes deve ser equivalente a um grão de arroz apenas.
Escovação em dia

Após o café da manhã, almoço e antes de dormir. Essa é a rotina ideal da higiene bucal das crianças (não esqueça da língua e usar fio dental todos os dias). Não fique aflito: tudo bem se você não consegue acompanhar todas elas. O importante é que a última (e boa!) escovação do dia seja feita por você. A cárie não se forma em instantes, pode levar até 15 horas para a placa bacteriana, que dá origem à cárie, aparecer. Por isso, deixar de escovar uma noite, quando seu filho chegou dormindo da festa do amigo, não é um grande drama. Basta escovar logo cedo no dia seguinte. Mas atenção se a criança estiver tomando remédios, principalmente aqueles de uso contínuo. A presença do açúcar na composição do medicamento favorece o aparecimento da tal placa. Se seu filho toma antes de dormir, escove os dentes dele depois de medicar.
Você leu tudo isso e pensou: “OK, mas como eu faço para convencê-lo a escovar os dentes?”. A gente sabe bem do que uma criança é capaz para enrolar os pais. Para driblar esse mau humor delas, torne a hora de escovar os dentes um momento mais divertido. Conte histórias, cante, escove o dente junto com ele. Além da escova que você usa, compre outra para que ele “treine”. As indicadas são as de cabeça pequena e cerdas macias, para não machucar a gengiva, e adequadas à idade e ao tamanho da boca da criança (a informação vem na embalagem).
Escove bem os dentes e incline a escova em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva para remover a placa bacteriana – líquidos para bochechos só devem ser usados com prescrição. Atenção aos dentes molares que têm superfícies irregulares (varia de acordo com a anatomia do dente de cada criança): elas dificultam a penetração da cerda da escova e, por isso, são os locais preferidos das bactérias. Dependendo de cada caso, como quando as ranhuras são mais profundas, o odontopediatra recomenda a colocação de selante, uma espécie de resina líquida que cobre essas fissuras. Agora, a notícia que você mais esperava. Ainda que seu filho escove os dentes sozinho, você vai supervisionar essa limpeza até ele completar 12 anos. Pois é, o trabalho vai longe...

Mudança de hábito

• A cárie adora o açúcar refinado presente em alguns alimentos, sucos prontos, biscoitos e até mostarda. Doces pegajosos, como brigadeiro e balas, são mais perigosos porque grudam no dente e deixam restos difíceis de serem retirados. Tente equilibrar o consumo dessas guloseimas, e nunca mergulhe a chupeta do seu filho em nada adocicado.

• Não é legal que seu filho adormeça mamando (se o leite for adoçado, pior) porque, durante a noite, produzimos menos saliva, que faz uma autolimpeza nos dentes. Sem essa proteção extra, eles ficam mais expostos às bactérias. Então, após essa mamada, dê um pouco de água para seu filho tomar e escove os dentes dele no dia seguinte. O mesmo vale se a criança acorda de madrugada e pede para mamar. A regra não cabe para o aleitamento materno exclusivo: não dê água, apenas faça a higienização no dia seguinte.

• Beliscar o dia todo é tão ruim quanto o consumo de açúcar porque a saliva, que faz aquela autolimpeza, não dá conta de manter tudo limpo, criando um ambiente propício para a placa bacteriana.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O café da manhã é a refeição que garante a disposição do seu filho

0 comentários
Muito importante para todos nós a primeira refeição do dia, o desjejum ou simplesmente o café da manhã de nossos pequenos é tão ou mais importante que o nosso, por isso é imprescindível nossos filhos(as) ingerirem:

Proteínas e carboidratos pela manhã, que  podem ajudar, inclusive, no rendimento escolar
Fonte: Site Revista Crescer


Se você duvidava que a primeira refeição do dia é a mais importante para garantir disposição para o seu filho, um estudo recente de universidades britânicas mostrou, mais uma vez, que o rendimento escolar também depende de um bom café da manhã. Os pesquisadores fizeram testes de aptidão cognitiva com 1.386 crianças de 6 a 16 anos e aquelas que haviam se alimentado de manhã se saíram melhor em testes de atenção e memória.
Depois de passar a noite toda em jejum, o que o seu filho mais precisa logo cedo são proteínas e carboidratos, nutrientes facilmente absorvidos pelo corpo. “A porção de proteína pode vir de queijo, leite ou iogurte. Já os carboidratos devem ser, de preferência, integrais, como cereais e pães com grãos, que são carboidratos mais completos”, explica Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP).
Uma opção boa e prática é combinar iogurte com frutas e cereal sem açúcar.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dica da Semana: Como Descobrir uma Criança Disléxica

0 comentários
Educador Atencioso, Educando não Capcioso
"Sendo a mente de uma criança um livro em branco, escrever em suas páginas propostas edificantes é dever de todo Pai ou Educador..."
Autor: 
Professor Vicente Martins
O Educador e Pesquisador, Professor Vicente Martins, avalia os resultados de suas pesquisas sobre a Dislexia.
São importantes aspectos coletados com a prática didática e que vão ajudar você a aprender e entender mais sobre esse distúrbio tão comum, e que se tornou mais conhecido e reconhecido como patologia apenas em nossos dias.
O Artigo

Nos últimos sete anos, venho desenvolvendo estudos sobre a contribuição da lingüística para o diagnóstico da dislexia. A dislexia é uma síndrome pouco conhecida e pouco diagnosticada por pais e educadores, especialmente os pedagogos e médicos, que se voltam ao desenvolvimento cognitivo das crianças na educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio)
A dislexia é uma perturbação ou transtorno ao nível de leitura. A criança disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender eficientemente o que lê.
O que nos chama atenção, à primeira vista, é que uma criança disléxica é inteligente, habilidosa em tarefas manuais, mas persiste um quadro de dificuldade de leitura da educação infantil à educação superior.
Minha estimativa, por baixo, é a de que, no Brasil, pelo menos, 15 milhões crianças e jovens
Conhecer as patologias físicas
e psicológicas,  isso deveria ser
 uma pauta regular no repertório
 cognitivo dos pais e educadores...
sofram com distúrbios de letras. Creio que a dislexia é a maior causa do baixo rendimento escolar.
A linguagem é fundamental para o sucesso escolar. Ela está presente em todas as disciplinas e todos os professores são potencialmente professores de linguagem, porque utilizam a língua materna como instrumento de transmissão de informações.
Muitas vezes uma dificuldade no ensino da matemática está relacionada à compreensão do enunciado do que ao processo operatório da solução do problema.
Os disléxicos, em geral, sofrem com a discalculia (dificuldade de calcular) porque encontram dificuldade de compreender os enunciados das questões.
É necessário que diagnóstico da dislexia seja precoce, isto é, os pais e educadores se preocupem em encontrar indícios de dislexia em crianças aparentemente normais, já nos primeiros anos de educação infantil, envolvendo as crianças de 4 a 5 anos de idade.
Quando não se diagnostica a dislexia, ainda na educação infantil, os distúrbios de letras podem levar crianças de 8 a 9, no ensino fundamental, a apresentar perturbações de ordem emocional, efetiva e lingüística.
Uma criança disléxica encontra dificuldade de lê e as frustrações acumuladas podem conduzir a comportamentos anti-sociais, à agressividade e a uma situação de marginalização progressiva.
Os pais, professores e educadores devem estar atentos a dois importantes indicadores para o diagnóstico precoce da dislexia: a história pessoal do aluno e as suas manifestações lingüísticas nas aulas de leitura e escrita.
Quando os professores se depararem com crianças inteligentes, saudáveis, mas com dificuldade de ler e entender o que lê, devem investigar imediatamente se há existência de casos de dislexia na família. A história pessoal de um disléxico, geralmente, traz traços comuns como o atraso na aquisição da linguagem, atrasos na locomoção e problemas de dominância lateral.
Os dados históricos de dificuldades na família e na escola poderão ser de grande utilidade para profissionais como psicólogos, psicopedagogos e neuropsicólogos que atuam no processo de reeducação lingüística das crianças disléxicas.
No plano da linguagem, os disléxicos fazem confusão entre letras, sílabas ou palavras com diferenças sutis de grafia como "a-o", "e-d", "h-n" e "e-d", por exemplo.
As crianças disléxicas apresentam uma caligrafia muito defeituosa, verificando-se irregularidade do desenho das letras, denotando, assim, perda de concentração e de fluidez de raciocínio.
As crianças disléxicas apresentam confusão com letras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço como "b-d". "d-p", "b-q", "d-b", "d-p", "d-q", "n-u" e "a-e". A dificuldade pode ser ainda para letras que possuem um ponto de articulação comum e cujos sons são acusticamente próximos: "d-t" e "c-q", por exemplo.
Na lista de dificuldades dos disléxicos, para o diagnóstico precoce dos distúrbios de letras, educadores, professores e pais devem ter atenção para as inversões de sílabas ou palavras como "sol-los", "som-mos"bem como a adição ou omissão de sons como "casa-casaco", repetição de sílabas, salto de linhas e soletração defeituosa de palavras.

Por fim, com os novos recursos da sociedade informática, pais e educadores devem redobrar os cuidados. O mau uso do computador, por exemplo, pode levar a criança a ter algum distúrbio de letras. Até agora, não há estudos científicos sobre o assunto, mas, pelo relato de pais e professores, dirigidos ao meu site (Professor Vicente Martins) , na Internet, revelam que posições pouco ergonômicas perante a um computador, pode comprometer o sistema perceptivo da criança, levando à dificuldade de leitura e escrita.
Acredito também que o transporte inadequado de mochilas pode também comprometer o sistema perceptivo da crianças, de modo a embaraçar sua visão na hora de ler ou escrever
Este artigo resulta dos trabalhos de investigação do professor Vicente Martins sobre as Dificuldades de Aprendizagem relacionadas à Linguagem.
Para referência webliográfica:

MARTINS, Vicente. (2001). " Como descobrir um disléxico".
A informação aqui apresentada não substitui a consulta de um médico ou profissional especializado. Para obter informações mais precisas e indicadas para o seu caso específico, consulte o seu médico de família ou um especialista na área de Distúrbios de Linguagem.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Álbuns de figurinhas: bons motivos para colecionar

0 comentários

Socializar com os amigos, aprender a contar, desenvolver a coordenação motora e interagir com os pais são alguns, veja outros bons motivos para deixar seu filho ter um álbum.

texto adaptado de Ana Kessler - blog de mãe pra mãe



“Mãe, compra um álbum de figurinhas?”, pronto, está instaurada a polêmica. Mas de novo? Você não acabou de colecionar um? E nem completou! Qual personagem? Quem mais está fazendo, você vai ter com quem trocar as repetidas? Menina, álbum é só pra gente gastar dinheiro, não serve pra nada. E por aí vai. Eu já falei muitas dessas frases. Mas hoje eu mudei a forma de pensar. Vou contar por quê.

Motivo 1. Quando eu era criança, amava álbuns de figurinha. Amava, do verbo: “não posso viver sem”. Cada pacotinho aberto era uma lagrimazinha de emoção que escorria pelo canto do olho. “Essa eu não tenho!”, “É repetida, mas eu amo, não vou nem trocar!”, “Ai, que linda, minha amiga já tem e eu queria tanto”. Figurinhas aqueciam o coração. Faziam a alma sorrir. Era como colecionar felicidade.

Então, cresci e minha mente tornou-se adulta e pragmática. Pacotinhos viraram cifras e figuras repetidas, dinheiro jogado fora. Passei a olhar para um álbum como desperdício de tempo e papel. Um amontoado de páginas que
rasgam, molham com a chuva e vão para o fundo do baú ou para o lixo. Mas espere... Tenho até hoje guardados como relíquia os álbuns que colecionei na infância, o da “Sarah Kay”, o “Bem Me Quer”. Tão lindos! Resolvi dar uma nova chance a mim mesma. Desendurecer. Esse é um dos principais motivos.


Motivo 2. Socialização. Trocar figurinhas é interagir com os amigos, aprender a negociar, barganhar, ceder. “Eu te dou duas por esta aí”, “Mãe, olha que legal, troquei uma ‘rara’ por três que ainda não tinha”. É uma vibração só. Por um tempo, o álbum é “o” assunto das rodinhas de crianças e seu filho se sente integrado, parte de um time, participativo. E feliz.

Como bem lembrou a Adri Teixeira, querida parceira de blog, álbuns são também excelentes para ajudar a criança a aprender a contar. É difícil para os pequenos entenderem que o número 97 vem antes do 103, pois o três não é menor que o sete? Com o folhear das páginas e a sequência dos cromos fica muito mais fácil de visualizar. As repetidas, eles contam quantas têm. É educativo, divertido. Esse é o motivo 3.

Motivo 4. Coordenação motora. Já tentou tirar o adesivo de trás do cromo? Então você sabe do que estou falando. Requer treino, paciência, destreza, foco. E depois colar no lugar exato, que desafio para a criança! Sai torto, fora do lugar, não faz mal, eles se sentem o máximo quando conseguem.
 Motivo 5. Estímulo à generosidade. A Ana Bia volta e meia vem pra casa de mãos vazias porque deu de presente figurinhas a uma amiga que “já está quase completando” ou, ao contrário, estava iniciando o álbum e “ainda não tinha quase nenhuma”. Ela se comove com a causa alheia, está sempre pronta a ajudar. Fato é que a Bia tem um grande coração. Eu pago a conta. Mas acho lindo.


E o último desta lista positiva, não menos importante, é ser uma oportunidade de interação entre pais e filhos. Sentar, folhear o álbum juntos, ler as histórias, relembrar os personagens, imaginar qual figurinha completa aquela sequência e até desenhar no espaço em branco enquanto o cromo não vem. Momentos únicos. Você passa a vibrar junto com o filhote a cada página completada, a aguardar ansiosamente a ida até a banca de jornal, fica amiga do jornaleiro e de outras mães que estão na fila. A leveza se instala, o riso ressurge. Sua infância também.


E você, quais são os seus motivos contra ou a favor dos álbuns de figurinhas?






sábado, 24 de agosto de 2013

Dicas de Atividades Didáticas para Fazer sem Gastar Nada!!!

0 comentários
Autor: Alberto Filho [1]
Ideias para Criação de Atividades Didáticas de grande valor educativo sem uso de materiais, ou quase.
"De que serve um excelente técnico na mecânica dos materiais e péssimo nas engrenagens da vida?"
Anônimo


Uma Atividade Didática só tem valor se
for capaz de ensinar alguma coisa...
Dentro de uma realidade escolar, onde aluno e professor, na maioria das vezes não estão em sintonia fina, ou não estão focados no aprendizado, que deveria ser o principal motivo de ambos estarem na sala de aula, colocar em pauta uma educação de qualidade mais parece uma blasfêmia. Há ainda o fato de não falarem uma mesma linguagem, uma vez que o educador não consegue cativar a turma com um conteúdo didático tão fora do tempo, aquela pauta arcaica com poucos atrativos, que as autoridades educacionais teimam em deliberar como quesitos obrigatórios e necessários para a formação dos educandos. 

Logo naquele ambiente onde deveria predominar o interesse de cada um em aprender, assim como de compartilhar informações de real valor cognitivo, não existe uma harmonia capaz de colocá-los diante de uma mesma causa, deixando-os motivados todos os dias para o exercício escolar. Diante desse fato, descobrir um meio de restaurar essa ordem era para ser um dos itens mais importantes dentro das pendências dos coordenadores encarregados de determinar os conteúdos didáticos de cada ano letivo. 

Sem essa conciliação uma boa educação jamais será possível. E o docente freqüenta a sala de aula apenas para seguir protocolos teóricos e vazios, assim como, cumprir sua carga horária. Aos alunos resta cumprir aquele ritual diário que interpretam como uma penitência, uma espécie de castigo sem causa aparente. Mas é o que determina a tradição social, que lhes promete um futuro promissor, caso frequentem a instituição sem contestação, mesmo sem um comprometimento pessoal. 

E dentro desse cenário há o educador que deseja transformar essa realidade em um ambiente lúdico que seja capaz de cativar os alunos e ao mesmo tempo fazê-los aprender alguma de valor educativo significativo. Mas ainda faltam os recursos materiais adequados para que essa tarefa logre o Êxito pretendido. 

E há a temível e repetitiva rotina escolar que mais afasta que atrai alunos. São os incipientes tratados e disciplinas seculares que, na maioria das vezes, nada de prático e útil acrescenta à qualificação do discente. Por isso torna-se um verdadeiro martírio a freqüência diária, um castigo, ao invés do prazer da descoberta útil, do convívio em um meio amigável onde possam espontaneamente interagir e potencializar suas habilidades e vocações.
Mas o educador pode mudar isso com alguma criatividade. Pode reverter a carência logística da instituição com alguma improvisação, e pode transformar a falta de interesse da turma com algumas práticas lúdicas que sejam capazes de por um fim a essa rotina mecanicista. 

Se for inteligente, o docente pode criar brincadeiras didáticas sem nenhum custo e ainda inserir nesse processo técnicas que sejam capazes de trabalhar qualidades cognitivas que não poderiam ser desenvolvidas ou potencializadas de outra forma, especialmente quando considerarmos os recursos envolvidos e a simplicidade da abordagem. 

Eis então algumas dicas de Atividades Recreativas com alto valor educativo que podem ser realizadas quase sem despesas. Vamos à prática.
www.petipoti.com.br
1 - Descubra o Objeto

Trata-se de um jogo de adivinhação que pode ser realizado individualmente ou em grupos. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Lógica, Disciplina, Atenção, Concatenação de ideias, Formas de expressões, Socialização, Autoconfiança, etc.



Regras e Desenvolvimento:

O educador irá escolher um objeto que através de pistas os alunos tentarão descobrir. As pistas poderão ser enriquecidas com pequenos contos onde o objeto em questão seja um protagonista. Pela quantidade de pistas necessárias ao acerto, ou pelo grau de dificuldade do objeto, o educador será capaz de traçar um perfil cognitivo de sua turma.
Variação:

Para turmas menores, o educador pode colocar vários objetos organizados em uma mesa e informar que um deles é o item secreto.
2 - Jogo da Memória Enigmático
Nesse jogo o objetivo ainda é a formação dos tradicionais pares. Mas não serão de duas ilustrações de aparência igual. Os pares serão formados por uma ilustração e um enigma textual que a descreva. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Lógica, Memória visual, Atenção, Concatenação de ideias, Resolução de problemas, Conhecimentos gerais, Socialização, Autoconfiança, etc.
Regras e Desenvolvimento:

Pode ser realizado individualmente ou em grupos. Sobre uma superfície plana o docente irá distribuir vários cartões cujo verso tenha uma mesma aparência. A frente ficará oculta aos participantes. E cada jogador ou representante do grupo, de modo intercalado, irá descobrindo dois cartões por vez. Caso consiga formar um par com a ilustração e sua respectiva descrição em código, terá a chance de fazer uma nova tentativa. Ganha quem conseguir associar um maior número de ilustrações aos respectivos textos enigmáticos que identifiquem as mesmas.
Variação:

Ao invés de uma ilustração associada a um texto enigmático, desejando o professor exigir um pouco mais dos seus alunos, poderá criar cartões com dois textos enigmáticos que se complementam.
3 - Jogo de Damas Alternativo ou Viagem do Conhecimento

Jogado com um tabuleiro semelhante ao do Jogo de Damas tradicional. O objetivo do jogo é, partindo de um ponto inicial, a primeira casa do canto superior esquerdo, o jogador deverá alcançar a casa localizada no canto inferior direito, conforme mostra a ilustração. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Conhecimentos gerais, Estratégia, Atenção, Concatenação de idéias, Socialização, etc.
Criança Brincando com Formas de Montar
Figura 1
Regras e Desenvolvimento:

O educador irá criar pequenos cartões em cujo verso irá escrever uma pergunta de conhecimentos gerais. As perguntas podem ser organizadas por temas, tais como, objetos da casa, gramática, vocabulário, eventos históricos, operações matemáticas, enigmas lógicos, etc. Pode ser jogado individualmente ou em grupos de três ou mais. Cada jogador terá uma ficha com uma cor que o identifica. 

Em seguida, ao jogador, identificado pela ficha colocada inicialmente na primeira casa do canto superior esquerdo do tabuleiro (vide figura acima), será feita uma pergunta, retirada de modo aleatório de uma caixa ou saco onde estão os cartões. Para facilitar a resposta entre as classes de menor faixa etária, o professor pode dar pistas de acordo com sua própria avaliação. Caso o jogador acerte a questão poderá pular para a casa seguinte, mas tomando sempre a direção do objetivo no lado oposto. Se errar permanece na casa onde está posicionado, cede sua vez a outro e a questão pode ser repetida. Ganha o jogador ou grupo que alcançar primeiro o ponto indicado por um “X” no canto inferior direito.

Variação 1:

Pode-se incrementar uma pequena roleta numerada, cujos números estejam associados a cartões também numerados com as respectivas questões.
Variação 2:

O educador pode instituir níveis de dificuldade tomando como base a quantidade ou ausência de pistas, ou ainda pelo grau de complexidade da questão.

Conclusão
Como podemos ver, Atividades tradicionais, mesmo que inicialmente não tenham uma proposta cognitiva de valor, como um pouco de adaptação, podemos transformá-las em verdadeiros compêndios instrutivos. As variações são ilimitadas, desde que o educador tenha a devida coragem para explorar novos métodos e caminhos. 

Com um pouco de criatividade o educador pode transformar sua prática docente diária em um verdadeiro encontro de amigos, um ponto de confraternização, onde os alunos terão prazer de frequentar. Isso poderá tornar seu magistério diário mais agradável de ser conduzido e mais proveitoso para todos.
 

' Copyright 2013 | PetiPoti Moda Infantil Desenvolvido por Zurc X Criacao e Design | Todos os direitos reservados.