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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quase metade das mães oferece alimento sólido aos bebês antes dos quatro meses, segundo pesquisa

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Neste mês de Setembro traremos dicas e matérias úteis a alimentação de seu bebê.
Traremos nesta semana dicas sobre a alimentação de 0 a 1 ano e semana após semana traremos dicas para outras idades no mesmo assunto!

A introdução precoce é preocupante e pode favorecer o desenvolvimento de doenças crônicas na criança
texto de Andressa Basilio, fonte site revista crescer




Uma das primeiras orientações que as mães recebem é a de que é importante amamentar seus filhos até os 6 meses de idade, quando começa a introdução de alimentos sólidos e pastosos na dieta. Porém, um novo levantamento realizado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos mostrou que 40% dos pais estão dando alimentos aos pequenos antes dos 4 meses de vida. 

O maior porcentual foi encontrado entre os bebês que eram, anteriormente, alimentados com fórmulas (52,7%) e a menor, entre as crianças que só consumiam leite materno (24,3%). “Meu bebê está com fome”, “Já tem idade suficiente”, “A comida ajuda meu bebê a dormir”, “Meu filho quer experimentar o que eu como” e “Meu médico me orientou assim” são as principais justificativas mencionadas pelos pais para a antecipação dos alimentos. 

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo alertam para o fato de que amigos e parentes também podem influenciar nas decisões das mães em relação à alimentação infantil. Um estudo anterior revelou que as opiniões da família eram o fator mais importante para as mães de baixa renda decidirem se iriam amamentar ou não a criança.

Para o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, apresentar a comida sólida antes da hora pode prejudicar a formação do sistema imunológico da criança. “Somente o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses é capaz de fortalecer o organismo do bebê. Por mais que a mãe zele pela composição e qualidade da dieta, se o sistema imunológico ainda não está completamente formado, há também o risco de alergias alimentares precoces e até doenças crônicas”, avisa o especialista. Um estudo grande realizado na Holanda em 2011, provou que o aleitamento exclusivo é fundamental na prevenção de problemas respiratórios, como asma e rinite. A explicação é que o leite da mãe também contém nutrientes e anticorpos que agem contra essas doenças. 


A primeira papinha 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que a primeira papinha comece a ser dada a partir dos 7 meses. Águas, chás ou quaisquer outros alimentos devem ser evitados até esse período, por mais que os pais os considerem leves ou inofensivos. 

Além de respeitar a idade certa, a introdução dos alimentos na dieta do bebê deve ser feita de forma gradual. O pediatra Victor Nudelman do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) explica abaixo o melhor jeito de começar: 

1 - Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra – e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor. 
2 - Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três, quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde e observe se o organismo da criança reage bem. 

3 - Depois de uma semana, organize o horário das mamadas para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche. 

4 - Quando o bebê já estiver habituado, é hora de dar a papinha salgada no jantar, também. E papinha de frutas como sobremesa, nas duas refeições. 
Quantidade ideal 
Algumas crianças comem mais do que as outras e, aos poucos, os pais conseguem estabelecer o ‘tamanho do prato’ ideal para o filho. Mas aí vão algumas referências para começar: 

- dos 7 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara 
- dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia 
- de 1 a 3 anos: um prato infantil completo 


Atenção aos temperos 
A papinha é o primeiro contato do seu filho com os novos sabores. Para estimular essa degustação da melhor maneira possível e evitar problemas de saúde, a regra é temperar com pouco sal. A dica da nutricionista Andréia Veiga, da empresa Pequenos Gourmets, é usar, nas refeições salgadas, ervas naturais, como salsinha, cebolinha, manjericão e orégano, cortadas em pedaços bem pequenos, para serem mastigados facilmente. Temperos fortes como pimenta e curry são vetados. Para as primeiras saladas, use tempero como azeite, cebola e uma pitadinha de limão. Evite qualquer aromatizante, como açúcar, canela e cravo, nas papinhas doces. A própria fruta confere a doçura necessária para deixar a refeição gostosa.

sábado, 31 de agosto de 2013

Bem Vindo Setembro!!!

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Chegou a estação das flores ... O mês de setembro e com ele traremos uma série de textos e dicas a respeito de tudo acerca da criança, seja na hora de brincar ou falar sério, e o primeiro que traremos é:


O Direito das Crianças
Texto de Ruth Rocha





Toda criança no mundo

Deve ser bem protegida
Venham Conferir aqui na PetiPoti Moda Infantil
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.



Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.



Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.






Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão 
Direito de ter brinquedos.



Mas criança também tem 
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...



Ver uma estrela cadente, 
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.



Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.



Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola,bola, bola!



Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!

Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.


PetiPoti Moda e Fantasia Infantil


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Álbuns de figurinhas: bons motivos para colecionar

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Socializar com os amigos, aprender a contar, desenvolver a coordenação motora e interagir com os pais são alguns, veja outros bons motivos para deixar seu filho ter um álbum.

texto adaptado de Ana Kessler - blog de mãe pra mãe



“Mãe, compra um álbum de figurinhas?”, pronto, está instaurada a polêmica. Mas de novo? Você não acabou de colecionar um? E nem completou! Qual personagem? Quem mais está fazendo, você vai ter com quem trocar as repetidas? Menina, álbum é só pra gente gastar dinheiro, não serve pra nada. E por aí vai. Eu já falei muitas dessas frases. Mas hoje eu mudei a forma de pensar. Vou contar por quê.

Motivo 1. Quando eu era criança, amava álbuns de figurinha. Amava, do verbo: “não posso viver sem”. Cada pacotinho aberto era uma lagrimazinha de emoção que escorria pelo canto do olho. “Essa eu não tenho!”, “É repetida, mas eu amo, não vou nem trocar!”, “Ai, que linda, minha amiga já tem e eu queria tanto”. Figurinhas aqueciam o coração. Faziam a alma sorrir. Era como colecionar felicidade.

Então, cresci e minha mente tornou-se adulta e pragmática. Pacotinhos viraram cifras e figuras repetidas, dinheiro jogado fora. Passei a olhar para um álbum como desperdício de tempo e papel. Um amontoado de páginas que
rasgam, molham com a chuva e vão para o fundo do baú ou para o lixo. Mas espere... Tenho até hoje guardados como relíquia os álbuns que colecionei na infância, o da “Sarah Kay”, o “Bem Me Quer”. Tão lindos! Resolvi dar uma nova chance a mim mesma. Desendurecer. Esse é um dos principais motivos.


Motivo 2. Socialização. Trocar figurinhas é interagir com os amigos, aprender a negociar, barganhar, ceder. “Eu te dou duas por esta aí”, “Mãe, olha que legal, troquei uma ‘rara’ por três que ainda não tinha”. É uma vibração só. Por um tempo, o álbum é “o” assunto das rodinhas de crianças e seu filho se sente integrado, parte de um time, participativo. E feliz.

Como bem lembrou a Adri Teixeira, querida parceira de blog, álbuns são também excelentes para ajudar a criança a aprender a contar. É difícil para os pequenos entenderem que o número 97 vem antes do 103, pois o três não é menor que o sete? Com o folhear das páginas e a sequência dos cromos fica muito mais fácil de visualizar. As repetidas, eles contam quantas têm. É educativo, divertido. Esse é o motivo 3.

Motivo 4. Coordenação motora. Já tentou tirar o adesivo de trás do cromo? Então você sabe do que estou falando. Requer treino, paciência, destreza, foco. E depois colar no lugar exato, que desafio para a criança! Sai torto, fora do lugar, não faz mal, eles se sentem o máximo quando conseguem.
 Motivo 5. Estímulo à generosidade. A Ana Bia volta e meia vem pra casa de mãos vazias porque deu de presente figurinhas a uma amiga que “já está quase completando” ou, ao contrário, estava iniciando o álbum e “ainda não tinha quase nenhuma”. Ela se comove com a causa alheia, está sempre pronta a ajudar. Fato é que a Bia tem um grande coração. Eu pago a conta. Mas acho lindo.


E o último desta lista positiva, não menos importante, é ser uma oportunidade de interação entre pais e filhos. Sentar, folhear o álbum juntos, ler as histórias, relembrar os personagens, imaginar qual figurinha completa aquela sequência e até desenhar no espaço em branco enquanto o cromo não vem. Momentos únicos. Você passa a vibrar junto com o filhote a cada página completada, a aguardar ansiosamente a ida até a banca de jornal, fica amiga do jornaleiro e de outras mães que estão na fila. A leveza se instala, o riso ressurge. Sua infância também.


E você, quais são os seus motivos contra ou a favor dos álbuns de figurinhas?






segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dicas Importantes Sobre os Sentidos da Criança!!!

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Autor: Site de Dicas [uol]
Compreendendo a Criança
"É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre..."
  • Para desenvolver o sentido da vista é preciso acostumar a criança a observar e
    distinguir a variedade de cores;
  • A pintura, o desenho e a construção com blocos são de grande valor educativo;
  • Para desenvolver a audição é preciso ensinar-lhe a ouvir;
  • Para aprender a ouvir é preciso distinguir e reconhecer os ruídos, os sons, as vozes, etc.;
  • A música ocupa papel de destaque entre as atividades aconselhadas para educação do ouvido;
  • A música instrumental, especialmente as do repertório clássico, educam a audição, estabilizam as emoções, provocam calma e amplitude dentro das sinapses cerebrais.
  • A criança é inquieta porque não
    conhece a quietude; é insegura
    porque só conhece o medo; não
    compartilha porque é egoísta, e
    tudo isso ela aprendeu com os
    adultos...
    Música frenética ou barulhenta, de ritmos apressados, com muita agitação, como o são a maioria do chamado repertório infantil, dentre outros males, causa stress, ansiedade, insegurança, irritabilidade e desequilíbrio emocional.
  • Acompanhar com palmas, os diversos ritmos de uma música conhecida, desde que seja adequada aos sensíveis ouvidos infantis, é um excelente exercício;
  • Para a educação do olfato é aconselhável exercitar a criança a reconhecer flores pelo seu perfume;
  • Para educar o gosto é aconselhável habituar a criança a diferenciar pequenas porções tais como: Sal e açúcar - Laranja e limão - Doce, salgado e amargo;
  • Ensinar-lhes a apalpar diferentes texturas desenvolve e apura seu tato;
  • Incentivar que falem das suas emoções, mesmo que não saibam ainda do que se trata, ajudam-nas a compreenderem seus sentimentos;
  • Ajudá-las a compreenderem seus diferentes estados emocionais, capacita-as ao enfrentamento das vicissitudes e contratempos da vida moderna, que decerto encontrarão nos dias vindouros.
    Todos esses exercícios são meios práticos de educação dos sentidos. Use sua imaginação e ajude seu filho(a) a descubrir outros!
 

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