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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quase metade das mães oferece alimento sólido aos bebês antes dos quatro meses, segundo pesquisa

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Neste mês de Setembro traremos dicas e matérias úteis a alimentação de seu bebê.
Traremos nesta semana dicas sobre a alimentação de 0 a 1 ano e semana após semana traremos dicas para outras idades no mesmo assunto!

A introdução precoce é preocupante e pode favorecer o desenvolvimento de doenças crônicas na criança
texto de Andressa Basilio, fonte site revista crescer




Uma das primeiras orientações que as mães recebem é a de que é importante amamentar seus filhos até os 6 meses de idade, quando começa a introdução de alimentos sólidos e pastosos na dieta. Porém, um novo levantamento realizado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos mostrou que 40% dos pais estão dando alimentos aos pequenos antes dos 4 meses de vida. 

O maior porcentual foi encontrado entre os bebês que eram, anteriormente, alimentados com fórmulas (52,7%) e a menor, entre as crianças que só consumiam leite materno (24,3%). “Meu bebê está com fome”, “Já tem idade suficiente”, “A comida ajuda meu bebê a dormir”, “Meu filho quer experimentar o que eu como” e “Meu médico me orientou assim” são as principais justificativas mencionadas pelos pais para a antecipação dos alimentos. 

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo alertam para o fato de que amigos e parentes também podem influenciar nas decisões das mães em relação à alimentação infantil. Um estudo anterior revelou que as opiniões da família eram o fator mais importante para as mães de baixa renda decidirem se iriam amamentar ou não a criança.

Para o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, apresentar a comida sólida antes da hora pode prejudicar a formação do sistema imunológico da criança. “Somente o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses é capaz de fortalecer o organismo do bebê. Por mais que a mãe zele pela composição e qualidade da dieta, se o sistema imunológico ainda não está completamente formado, há também o risco de alergias alimentares precoces e até doenças crônicas”, avisa o especialista. Um estudo grande realizado na Holanda em 2011, provou que o aleitamento exclusivo é fundamental na prevenção de problemas respiratórios, como asma e rinite. A explicação é que o leite da mãe também contém nutrientes e anticorpos que agem contra essas doenças. 


A primeira papinha 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que a primeira papinha comece a ser dada a partir dos 7 meses. Águas, chás ou quaisquer outros alimentos devem ser evitados até esse período, por mais que os pais os considerem leves ou inofensivos. 

Além de respeitar a idade certa, a introdução dos alimentos na dieta do bebê deve ser feita de forma gradual. O pediatra Victor Nudelman do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) explica abaixo o melhor jeito de começar: 

1 - Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra – e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor. 
2 - Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três, quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde e observe se o organismo da criança reage bem. 

3 - Depois de uma semana, organize o horário das mamadas para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche. 

4 - Quando o bebê já estiver habituado, é hora de dar a papinha salgada no jantar, também. E papinha de frutas como sobremesa, nas duas refeições. 
Quantidade ideal 
Algumas crianças comem mais do que as outras e, aos poucos, os pais conseguem estabelecer o ‘tamanho do prato’ ideal para o filho. Mas aí vão algumas referências para começar: 

- dos 7 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara 
- dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia 
- de 1 a 3 anos: um prato infantil completo 


Atenção aos temperos 
A papinha é o primeiro contato do seu filho com os novos sabores. Para estimular essa degustação da melhor maneira possível e evitar problemas de saúde, a regra é temperar com pouco sal. A dica da nutricionista Andréia Veiga, da empresa Pequenos Gourmets, é usar, nas refeições salgadas, ervas naturais, como salsinha, cebolinha, manjericão e orégano, cortadas em pedaços bem pequenos, para serem mastigados facilmente. Temperos fortes como pimenta e curry são vetados. Para as primeiras saladas, use tempero como azeite, cebola e uma pitadinha de limão. Evite qualquer aromatizante, como açúcar, canela e cravo, nas papinhas doces. A própria fruta confere a doçura necessária para deixar a refeição gostosa.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sentimento de paternidade é construído com o tempo, diz pesquisa

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SUA GRAVIDEZ


Quanto mais os homens participarem da gravidez, mais emocionalmente envolvidos com o bebê eles vão estar
Texto escrito por 
Andressa Basilio


Assim que a mulher pega o teste de gravidez e descobre que é positivo, ela começa a se sentir como mãe. Mas, como nasce um pai? Apesar de ele ser tão responsável quanto a mulher pelo bebê que está crescendo, o sentimento de paternidade só começa mesmo a aflorar depois da descoberta do sexo do bebê e da escolha do nome. Essa é a conclusão de uma nova pesquisa feita pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, que acompanhou pais de primeira-viagem desde a concepção até o nascimento da criança. 

Para os autores, quanto mais os homens participarem da gravidez, mais emocionalmente envolvidos com o bebê eles vão estar. O ginecologista e obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP) conta que a participação deles está cada vez mais comum: “Aqui no consultório, a gente sempre vê um casal grávido. O marido vem junto com a esposa e faz uma série de perguntas. Ele quer entender tudo o que está se passando com a mulher, ele quer ajudar. E deve." 
Quanto mais cedo, melhor
A mulher grávida sente o corpo se transformar para receber a criança, troca sangue com o bebê, sente seus movimentos. O pai não tem nada disso, portanto seu amor é diferente e pode demorar um pouco mais para chegar. Daí a importância do diálogo, do envolvimento em tudo que for relacionado ao bebê. 

Além de acompanhar a gestante nas consultas médicas, os homens podem participar ativamente das providências para a chegada do bebê. “Comprar o enxoval, montar o quarto, participar do curso de gestante e fazer carinho na barriga vai fazer o homem experienciar também a gravidez e se sentir mais participativo”, aconselha o obstetra. 

Outra coisa importante – e que muitos pais sentem vergonha de fazer – é conversar com o nenê. Sim, ele ainda está na barriga, não entende uma palavra do você diz, mas consegue perceber o carinho. Para Mônica Lemos, que coordena um curso de estreitamento de vínculo entre pais e filhos no Hospital Universitário de Brasília, a conversa também vai ajudar o bebê a identificar a voz como sendo do pai quando ele nascer. “Uma coisa que a gente sempre fala para os homens é que a mãe está ali o tempo todo, o bebê sabe quem ela é. O pai não, ele precisa explicar para a criança que também faz parte da vida dela”. 
E continua depois do nascimento 
Então o pai decide fazer tudo certinho na gestação: ajuda a escolher o nome do seu filho, a cor do quarto, o tamanho do berço, aprende técnicas de trocar fralda e de fazer mamadeira, contém a expectativa da chegada e participa do parto. Tudo o que um bom pai deve fazer. Mas, nem por isso, a missão acabou. O estreitamento de vínculo com o filho pode parecer natural, mas requer esforço e manutenção, afinal, o bebê vai chorar a noite, vai precisar de cuidados e vai cobrar dedicação dos pais também. 

A socióloga e especialista em construção da paternidade Ana Liési Thurler, da Universidade de Brasília, diz que nada é natural. “Vínculos afetivos não se criam magicamente, mas pela convivência. Os laços entre pais e filhos são criados à medida em que se cuida da criança, dá banho, troca fraldas, dá carinho, lhe conta histórias e canções, encoraja a dar os primeiros passos, e assim por diante.” A boa notícia é que o amor torna todos esses desafios mais fáceis. E, no fim das contas, não há nada mais gostoso do que passar o tempo com seu filho, não é mesmo?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

30 maneiras de fazer seu filho sorrir

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Quer coisa mais gostosa do que uma gargalhada do seu filho? Além de ser uma delícia, por trás dela, também existem muitos benefícios que vão durar por toda a vida. Aqui, você vai descobrir ideias de momentos especiais que vão arrancar sorrisos, pedidos de ‘quero mais’ e olhares curiosos que ficarão guardados para sempre na sua e na memória de seu filho. Aproveite!
Bruna Menegueço

 Shutterstock


Se você acha que é preciso muito esforço e dinheiro para ela acontecer, tenha certeza de que a felicidade está presente em momentos como uma tarde chuvosa com cheiro de bolinhos de chuva, um abraço apertado na porta da escola ou em um fim de semana ensolarado com os pés na areia e na água do mar. Simples assim! 

Fazer seu filho feliz, segundo especialistas, é muito mais fácil do que você imagina, mas o bem que essa sensação traz é enorme e dura por toda a vida. “Crianças felizes são mais criativas e inteligentes e sabem lidar melhor com os desafios”, afirma o psicólogo americano Lawrence J. Cohen, especialista em brincadeiras infantis. 

Quando seu filho dá aquela gargalhada é sinal, sim, de que ele está se sentindo bem e feliz, mas também está desenvolvendo importantes habilidades intelectuais, como a noção de lógica e causa e consequência. Feliz, seu filho terá mais facilidade para fazer amizades, lidar com frustrações e, quando adulto, saberá conviver de forma pacífica e bem-humorada com as pessoas no ambiente de trabalho. 

E se você está aí ainda se perguntando o que mais pode fazer para ganhar um sorriso do seu filho, preparamos algumas dicas para inspirar você. Quando essa lista terminar, certamente, você terá novas ideias e então a tarefa (e o prazer) de fazer seu filho feliz não terminará nunca. 

1 - Fotografem caretas um do outro. 

2 - Deixe-o dormir na sua cama de vez em quando. 

3 - Faça bolhas com um canudo em um copo plástico transparente com água para seu bebê se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

4- Deixe surpresas na lancheira para lembrá-lo que você pensa nele enquanto está na escola. Você pode cortar o sanduíche em formatos diferentes para que, a cada dia, ele tenha uma surpresa diferente com o lanche, colocar uma piada ou um desafio para que ele possa dividir com os amigos e se divertir ou deixe um escreva recadinho carinhoso ou divertido em um papel especial. 
5 - Prepare um piquenique no parque com direito a toalha xadrez! E, se der, leve tudo em uma cesta. Seu filho vai adorar! 

6 - Brinquem de caça ao tesouro. Espalhe dicas pela casa e faça com que seu filho encontre uma de cada vez até o tesouro, que pode ser os ovos da Páscoa, o presente de aniversário ou apenas um bombom. O que vale é o prazer da brincadeira. 

7 – Apresente três novas sensações ao seu bebê: 
• Brinquem com gelo. Os bebês vão achar muito engraçado sentir a textura gelada e escorregadia do gelo. Coloque uma pedrinha nas mãos do seu filho e observe a sua reação. 
• Faça uma grande bola de chiclete e deixe-o estourar. 
• Coloque uma luva bem macia e bem colorida e brinque com seu filho para ele sentir uma nova textura. 

8 - Façam uma coisa “proibida” juntos. Pode ser um sorvete antes do almoço, um banho demorado, pizza no sofá da sala, raspar a panela de brigadeiro... 

9 - Façam guerra de travesseiros naquela noite em que todos estão sem sono. Escolha uns bem macios e deixe a bagunça tomar conta do quarto. 

10 - Dê uma cambalhota ou estrela com seu filho – eles acham o máximo quando adultos brincam como crianças. 

11- Acorde seu filho com uma bandeja de café da manhã na cama! 

12 - Mostre fotos antigas da família e conte histórias engraçadas de quando você era criança. 

13 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide os amigos dele. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

14 - Leve-o para passar um dia no seu trabalho. 

15 - Montem uma banda improvisada juntos. Vale pegar qualquer coisa em casa que faça barulho e ensaiar uma música bem animada. 

LEIA MAIS: 10 dicas para estimular a criança a andar
16 - Brinquem de "você inventa a letra": peguem uma música conhecida e criem uma nova história sem pé nem cabeça. Vai ser muito divertido! 

17 - Apostem uma corrida de saco. Você se lembra dessa brincadeira? Aproveite um saco de estopa ou de farinha e procure um lugar gramado para não machucar, afinal, todo mundo vai mesmo se jogar no chão quando cruzar a linha. 

18 - Escolha um jogo bem amistoso do time do coração para levá-lo ao estádio de futebol. 

19 - Faça com ele um cartão para um parente ou amigo querido. Coloque uma cartolina no chão com um montão de giz de cera em volta e deite com ele para fazer o desenho e escrever uma mensagem. 

20 - Apareça de surpresa para assistir à aula de natação, ballet ou futebol. 

21 - Abra as portas do seu guarda-roupa e deixe que ele use suas roupas, maquiagem e pasta do trabalho para imitar o papai/mamãe. 

22 - Faça caras engraçadas para o seu bebê. 

23 - Ria das piadas dele. Quando vão crescendo, eles descobrem que algumas histórias ou atitudes fazem os adultos darem risada. E eles adoram isso... 

24 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

25 - Compre uma caixa com 60 lápis de cor para encher os olhos dele e despertar aquela vontade de pintar, pintar e pintar... 

26 - Economize para fazer um passeio de balão. 

27 - Aproveite uma sombra para brincar com os movimentos dos braços (os seus e os deles). Você pode ensinar a fazer animais com as mãos. 

28 - Faça bolhas em um copo de plástico transparente com água para ele se divertir com o barulho e ver a água se mexer. 

29 - Organize um campeonato de videogame em sua casa e convide todos os amigos. Prepare sanduíches, sucos e um bolo bem gostoso para alimentar a turminha. 

30 - É muito difícil de acontecer, quase impossível, mas se nenhuma das dicas anteriores der certo, apele para as coceguinhas. Pode ser na barriga, embaixo do braço, nos pés e no pescoço. Ele não vai resistir e soltará aquela gargalhada que você adora!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

10 dicas para estimular a criança a andar

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SEUS FILHOS


O que você pode fazer para ajudar seu filho a dar os primeiros passos da vida dele
Texto de Ana Paula Pontes

“Meu filho andou com 11 meses.” Pronto! Basta ouvir isso de outra mãe para você entrar em desespero com o seu filho que acabou de completar 1 ano e ainda não anda? Fique tranquila! Leia esta reportagem até o fim e você vai ver por que não é preciso desespero e o que pode fazer para ajudar seu filho nessa etapa do desenvolvimento dele. Mas lembre-se: o principal estímulo em qualquer fase é o carinho que você dá a ele, todos os dias. 
Esqueça as comparações
Essa é a primeira dica porque é também motivo de ansiedade dos pais. Não há uma idade certa para a criança andar, e sim um período - entre 10 e 18 meses - para que isso aconteça. Se o seu filho só deu os primeiros passos sozinho com 1 ano e 4 meses, e o da sua irmã com 1 ano, não quer dizer que ele tem um atraso neurológico ou neuromotor ou que foi pouco estimulado por você. É o tempo dele! Apenas isso. 
Deixe-o explorar
Deixe o bebê experimentar o chão, fazer suas próprias rotas, procurar os melhores caminhos, descobrir texturas com os pés e as mãos. Claro, fique sempre por perto. 

Incentive
Você pode, por exemplo, se colocar a um metro da criança e chamá-la. Ela irá se esforçar para chegar até você. Também pode ajudá-la a ficar em pé na ponta do sofá para que caminhe até a outra – onde você a espera. Usar brinquedos é outra dica. Afaste-os para que seu filho, aos poucos, tente pegá-los. 

Com as suas mãos
Eles adoram! Segure as duas mãozinhas do seu filho e vá caminhando junto com ele. Depois, segure apenas uma, até que ele se sinta seguro e você consiga soltar a outra. Tenha calma. Isso pode não acontecer na primeira vez. Segure a ansiedade! 

Dê segurança
A posição ereta e os primeiros passos significam um novo mundo para o bebê. A capacidade de locomoção o leva a se arriscar – é aí também que a atenção dos pais será decisiva. Se seu filho tropeçar ou derrubar algo, alerte-o de forma carinhosa. Broncas agressivas ou impacientes podem retrair a criança e até atrasar seu desenvolvimento motor. 

Não o assuste
OK. Dá até um frio na barriga de ver aquele bebê andando todo desengonçado a ponto de cair a qualquer momento. Mas a sua postura é fundamental para que ele não se assuste (isso pode até atrasar o tempo de ele andar). Se por acaso, cair para trás e bater a cabeça, socorra-o, mas sem (pelo menos mostrar para ele...) desespero. Então, conforte-o e observe se não fica sonolento ou vomita. Se perceber qualquer modificação no comportamento do seu filho, ligue para o médico. 

Esqueça o andador 
Além de ser responsável por acidentes com crianças, o acessório, diferente do que se imagina, não estimula a criança a andar. Ao contrário. O andador pode atrasar o desenvolvimento psicomotor do seu filho, fazendo com que leve mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. Isso sem falar que ele encurta uma etapa importante, o engatinhar. 


Calçado ideal? 
O melhor é deixar seu filho descalço. Além de dar mais aderência, ao sentir o chão, ele se sente mais seguro. Meias antiderrapantes também são boas opções, principalmente para os dias frios. Esqueça calçados duros demais. Opte por tênis molinhos, confortáveis e no tamanho certo. 

Um lugar diferente 
Leve seu filho para passear num parque ou numa praça. Um bichinho ou uma folha grande de árvore pode aguçar sua curiosidade e ser um estímulo para que queira andar e chegar mais perto. 


Sobre quinas, móveis e mais
Ao mesmo tempo que é uma delícia ver seu filho andar, nessa fase (que inclui o engatinhar) é preciso ficar atento com tudo o que estiver aos olhos dele. Uma toalha de mesa que pode puxar, quinas de móveis, escadas, objetos pequenos e pontiagudos e até móveis fáceis de virar. Com todas essas sugestões, vale reforçar: “Aproveite essa fase do andar. Aproveite todas as fases da criança, sem neura”, diz Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR). 



Fontes: Edilson Forlin, ortopedista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe (PR); Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP); Luiza Batista, coordenadora de políticas públicas da ONG Criança Segura; Maria Amparo Martinez, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

sábado, 31 de agosto de 2013

Bem Vindo Setembro!!!

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Chegou a estação das flores ... O mês de setembro e com ele traremos uma série de textos e dicas a respeito de tudo acerca da criança, seja na hora de brincar ou falar sério, e o primeiro que traremos é:


O Direito das Crianças
Texto de Ruth Rocha





Toda criança no mundo

Deve ser bem protegida
Venham Conferir aqui na PetiPoti Moda Infantil
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.



Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.



Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.






Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão 
Direito de ter brinquedos.



Mas criança também tem 
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...



Ver uma estrela cadente, 
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.



Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.



Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola,bola, bola!



Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!

Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.


PetiPoti Moda e Fantasia Infantil


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Álbuns de figurinhas: bons motivos para colecionar

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Socializar com os amigos, aprender a contar, desenvolver a coordenação motora e interagir com os pais são alguns, veja outros bons motivos para deixar seu filho ter um álbum.

texto adaptado de Ana Kessler - blog de mãe pra mãe



“Mãe, compra um álbum de figurinhas?”, pronto, está instaurada a polêmica. Mas de novo? Você não acabou de colecionar um? E nem completou! Qual personagem? Quem mais está fazendo, você vai ter com quem trocar as repetidas? Menina, álbum é só pra gente gastar dinheiro, não serve pra nada. E por aí vai. Eu já falei muitas dessas frases. Mas hoje eu mudei a forma de pensar. Vou contar por quê.

Motivo 1. Quando eu era criança, amava álbuns de figurinha. Amava, do verbo: “não posso viver sem”. Cada pacotinho aberto era uma lagrimazinha de emoção que escorria pelo canto do olho. “Essa eu não tenho!”, “É repetida, mas eu amo, não vou nem trocar!”, “Ai, que linda, minha amiga já tem e eu queria tanto”. Figurinhas aqueciam o coração. Faziam a alma sorrir. Era como colecionar felicidade.

Então, cresci e minha mente tornou-se adulta e pragmática. Pacotinhos viraram cifras e figuras repetidas, dinheiro jogado fora. Passei a olhar para um álbum como desperdício de tempo e papel. Um amontoado de páginas que
rasgam, molham com a chuva e vão para o fundo do baú ou para o lixo. Mas espere... Tenho até hoje guardados como relíquia os álbuns que colecionei na infância, o da “Sarah Kay”, o “Bem Me Quer”. Tão lindos! Resolvi dar uma nova chance a mim mesma. Desendurecer. Esse é um dos principais motivos.


Motivo 2. Socialização. Trocar figurinhas é interagir com os amigos, aprender a negociar, barganhar, ceder. “Eu te dou duas por esta aí”, “Mãe, olha que legal, troquei uma ‘rara’ por três que ainda não tinha”. É uma vibração só. Por um tempo, o álbum é “o” assunto das rodinhas de crianças e seu filho se sente integrado, parte de um time, participativo. E feliz.

Como bem lembrou a Adri Teixeira, querida parceira de blog, álbuns são também excelentes para ajudar a criança a aprender a contar. É difícil para os pequenos entenderem que o número 97 vem antes do 103, pois o três não é menor que o sete? Com o folhear das páginas e a sequência dos cromos fica muito mais fácil de visualizar. As repetidas, eles contam quantas têm. É educativo, divertido. Esse é o motivo 3.

Motivo 4. Coordenação motora. Já tentou tirar o adesivo de trás do cromo? Então você sabe do que estou falando. Requer treino, paciência, destreza, foco. E depois colar no lugar exato, que desafio para a criança! Sai torto, fora do lugar, não faz mal, eles se sentem o máximo quando conseguem.
 Motivo 5. Estímulo à generosidade. A Ana Bia volta e meia vem pra casa de mãos vazias porque deu de presente figurinhas a uma amiga que “já está quase completando” ou, ao contrário, estava iniciando o álbum e “ainda não tinha quase nenhuma”. Ela se comove com a causa alheia, está sempre pronta a ajudar. Fato é que a Bia tem um grande coração. Eu pago a conta. Mas acho lindo.


E o último desta lista positiva, não menos importante, é ser uma oportunidade de interação entre pais e filhos. Sentar, folhear o álbum juntos, ler as histórias, relembrar os personagens, imaginar qual figurinha completa aquela sequência e até desenhar no espaço em branco enquanto o cromo não vem. Momentos únicos. Você passa a vibrar junto com o filhote a cada página completada, a aguardar ansiosamente a ida até a banca de jornal, fica amiga do jornaleiro e de outras mães que estão na fila. A leveza se instala, o riso ressurge. Sua infância também.


E você, quais são os seus motivos contra ou a favor dos álbuns de figurinhas?






segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dicas Importantes Sobre os Sentidos da Criança!!!

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Autor: Site de Dicas [uol]
Compreendendo a Criança
"É muito importante que VOCÊ lembre-se disso, sempre..."
  • Para desenvolver o sentido da vista é preciso acostumar a criança a observar e
    distinguir a variedade de cores;
  • A pintura, o desenho e a construção com blocos são de grande valor educativo;
  • Para desenvolver a audição é preciso ensinar-lhe a ouvir;
  • Para aprender a ouvir é preciso distinguir e reconhecer os ruídos, os sons, as vozes, etc.;
  • A música ocupa papel de destaque entre as atividades aconselhadas para educação do ouvido;
  • A música instrumental, especialmente as do repertório clássico, educam a audição, estabilizam as emoções, provocam calma e amplitude dentro das sinapses cerebrais.
  • A criança é inquieta porque não
    conhece a quietude; é insegura
    porque só conhece o medo; não
    compartilha porque é egoísta, e
    tudo isso ela aprendeu com os
    adultos...
    Música frenética ou barulhenta, de ritmos apressados, com muita agitação, como o são a maioria do chamado repertório infantil, dentre outros males, causa stress, ansiedade, insegurança, irritabilidade e desequilíbrio emocional.
  • Acompanhar com palmas, os diversos ritmos de uma música conhecida, desde que seja adequada aos sensíveis ouvidos infantis, é um excelente exercício;
  • Para a educação do olfato é aconselhável exercitar a criança a reconhecer flores pelo seu perfume;
  • Para educar o gosto é aconselhável habituar a criança a diferenciar pequenas porções tais como: Sal e açúcar - Laranja e limão - Doce, salgado e amargo;
  • Ensinar-lhes a apalpar diferentes texturas desenvolve e apura seu tato;
  • Incentivar que falem das suas emoções, mesmo que não saibam ainda do que se trata, ajudam-nas a compreenderem seus sentimentos;
  • Ajudá-las a compreenderem seus diferentes estados emocionais, capacita-as ao enfrentamento das vicissitudes e contratempos da vida moderna, que decerto encontrarão nos dias vindouros.
    Todos esses exercícios são meios práticos de educação dos sentidos. Use sua imaginação e ajude seu filho(a) a descubrir outros!

sábado, 24 de agosto de 2013

Dicas de Atividades Didáticas para Fazer sem Gastar Nada!!!

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Autor: Alberto Filho [1]
Ideias para Criação de Atividades Didáticas de grande valor educativo sem uso de materiais, ou quase.
"De que serve um excelente técnico na mecânica dos materiais e péssimo nas engrenagens da vida?"
Anônimo


Uma Atividade Didática só tem valor se
for capaz de ensinar alguma coisa...
Dentro de uma realidade escolar, onde aluno e professor, na maioria das vezes não estão em sintonia fina, ou não estão focados no aprendizado, que deveria ser o principal motivo de ambos estarem na sala de aula, colocar em pauta uma educação de qualidade mais parece uma blasfêmia. Há ainda o fato de não falarem uma mesma linguagem, uma vez que o educador não consegue cativar a turma com um conteúdo didático tão fora do tempo, aquela pauta arcaica com poucos atrativos, que as autoridades educacionais teimam em deliberar como quesitos obrigatórios e necessários para a formação dos educandos. 

Logo naquele ambiente onde deveria predominar o interesse de cada um em aprender, assim como de compartilhar informações de real valor cognitivo, não existe uma harmonia capaz de colocá-los diante de uma mesma causa, deixando-os motivados todos os dias para o exercício escolar. Diante desse fato, descobrir um meio de restaurar essa ordem era para ser um dos itens mais importantes dentro das pendências dos coordenadores encarregados de determinar os conteúdos didáticos de cada ano letivo. 

Sem essa conciliação uma boa educação jamais será possível. E o docente freqüenta a sala de aula apenas para seguir protocolos teóricos e vazios, assim como, cumprir sua carga horária. Aos alunos resta cumprir aquele ritual diário que interpretam como uma penitência, uma espécie de castigo sem causa aparente. Mas é o que determina a tradição social, que lhes promete um futuro promissor, caso frequentem a instituição sem contestação, mesmo sem um comprometimento pessoal. 

E dentro desse cenário há o educador que deseja transformar essa realidade em um ambiente lúdico que seja capaz de cativar os alunos e ao mesmo tempo fazê-los aprender alguma de valor educativo significativo. Mas ainda faltam os recursos materiais adequados para que essa tarefa logre o Êxito pretendido. 

E há a temível e repetitiva rotina escolar que mais afasta que atrai alunos. São os incipientes tratados e disciplinas seculares que, na maioria das vezes, nada de prático e útil acrescenta à qualificação do discente. Por isso torna-se um verdadeiro martírio a freqüência diária, um castigo, ao invés do prazer da descoberta útil, do convívio em um meio amigável onde possam espontaneamente interagir e potencializar suas habilidades e vocações.
Mas o educador pode mudar isso com alguma criatividade. Pode reverter a carência logística da instituição com alguma improvisação, e pode transformar a falta de interesse da turma com algumas práticas lúdicas que sejam capazes de por um fim a essa rotina mecanicista. 

Se for inteligente, o docente pode criar brincadeiras didáticas sem nenhum custo e ainda inserir nesse processo técnicas que sejam capazes de trabalhar qualidades cognitivas que não poderiam ser desenvolvidas ou potencializadas de outra forma, especialmente quando considerarmos os recursos envolvidos e a simplicidade da abordagem. 

Eis então algumas dicas de Atividades Recreativas com alto valor educativo que podem ser realizadas quase sem despesas. Vamos à prática.
www.petipoti.com.br
1 - Descubra o Objeto

Trata-se de um jogo de adivinhação que pode ser realizado individualmente ou em grupos. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Lógica, Disciplina, Atenção, Concatenação de ideias, Formas de expressões, Socialização, Autoconfiança, etc.



Regras e Desenvolvimento:

O educador irá escolher um objeto que através de pistas os alunos tentarão descobrir. As pistas poderão ser enriquecidas com pequenos contos onde o objeto em questão seja um protagonista. Pela quantidade de pistas necessárias ao acerto, ou pelo grau de dificuldade do objeto, o educador será capaz de traçar um perfil cognitivo de sua turma.
Variação:

Para turmas menores, o educador pode colocar vários objetos organizados em uma mesa e informar que um deles é o item secreto.
2 - Jogo da Memória Enigmático
Nesse jogo o objetivo ainda é a formação dos tradicionais pares. Mas não serão de duas ilustrações de aparência igual. Os pares serão formados por uma ilustração e um enigma textual que a descreva. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Lógica, Memória visual, Atenção, Concatenação de ideias, Resolução de problemas, Conhecimentos gerais, Socialização, Autoconfiança, etc.
Regras e Desenvolvimento:

Pode ser realizado individualmente ou em grupos. Sobre uma superfície plana o docente irá distribuir vários cartões cujo verso tenha uma mesma aparência. A frente ficará oculta aos participantes. E cada jogador ou representante do grupo, de modo intercalado, irá descobrindo dois cartões por vez. Caso consiga formar um par com a ilustração e sua respectiva descrição em código, terá a chance de fazer uma nova tentativa. Ganha quem conseguir associar um maior número de ilustrações aos respectivos textos enigmáticos que identifiquem as mesmas.
Variação:

Ao invés de uma ilustração associada a um texto enigmático, desejando o professor exigir um pouco mais dos seus alunos, poderá criar cartões com dois textos enigmáticos que se complementam.
3 - Jogo de Damas Alternativo ou Viagem do Conhecimento

Jogado com um tabuleiro semelhante ao do Jogo de Damas tradicional. O objetivo do jogo é, partindo de um ponto inicial, a primeira casa do canto superior esquerdo, o jogador deverá alcançar a casa localizada no canto inferior direito, conforme mostra a ilustração. O aluno aprenderá brincando sobre Organização, Conhecimentos gerais, Estratégia, Atenção, Concatenação de idéias, Socialização, etc.
Criança Brincando com Formas de Montar
Figura 1
Regras e Desenvolvimento:

O educador irá criar pequenos cartões em cujo verso irá escrever uma pergunta de conhecimentos gerais. As perguntas podem ser organizadas por temas, tais como, objetos da casa, gramática, vocabulário, eventos históricos, operações matemáticas, enigmas lógicos, etc. Pode ser jogado individualmente ou em grupos de três ou mais. Cada jogador terá uma ficha com uma cor que o identifica. 

Em seguida, ao jogador, identificado pela ficha colocada inicialmente na primeira casa do canto superior esquerdo do tabuleiro (vide figura acima), será feita uma pergunta, retirada de modo aleatório de uma caixa ou saco onde estão os cartões. Para facilitar a resposta entre as classes de menor faixa etária, o professor pode dar pistas de acordo com sua própria avaliação. Caso o jogador acerte a questão poderá pular para a casa seguinte, mas tomando sempre a direção do objetivo no lado oposto. Se errar permanece na casa onde está posicionado, cede sua vez a outro e a questão pode ser repetida. Ganha o jogador ou grupo que alcançar primeiro o ponto indicado por um “X” no canto inferior direito.

Variação 1:

Pode-se incrementar uma pequena roleta numerada, cujos números estejam associados a cartões também numerados com as respectivas questões.
Variação 2:

O educador pode instituir níveis de dificuldade tomando como base a quantidade ou ausência de pistas, ou ainda pelo grau de complexidade da questão.

Conclusão
Como podemos ver, Atividades tradicionais, mesmo que inicialmente não tenham uma proposta cognitiva de valor, como um pouco de adaptação, podemos transformá-las em verdadeiros compêndios instrutivos. As variações são ilimitadas, desde que o educador tenha a devida coragem para explorar novos métodos e caminhos. 

Com um pouco de criatividade o educador pode transformar sua prática docente diária em um verdadeiro encontro de amigos, um ponto de confraternização, onde os alunos terão prazer de frequentar. Isso poderá tornar seu magistério diário mais agradável de ser conduzido e mais proveitoso para todos.
 

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