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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Tudo o que você precisa saber para o seu filho não ter cárie nunca!!!

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Se você tem neura com a limpeza dos dentes do seu filho, leia esta reportagem. Você vai descobrir que os cuidados para impedir que a vilã dos dentes apareça são muito mais simples do que imagina
Ana Paula Pontes


Filho, vem escovar os dentes!” Se essa frase ainda não faz parte do seu dia a dia, aposte que assim que os primeiros dentes surgirem, vai repeti-la diversas vezes – simplesmente porque você nem quer imaginar uma cárie na boca dele. Vale aqui um parênteses de repórter e mãe: antes de conversar com os especialistas para esta reportagem, eu tinha certeza de que o meu filho de 6 anos só não teve nenhuma cárie até hoje por sorte. Não consigo supervisionar todas as escovações que ele faz. Mas acabo de saber que não é só sorte, não. A cárie não surge com a rapidez que a gente imagina, e, felizmente (para nós, pais), a prevenção é simples. Também descobri que o uso de creme dental com flúor para crianças pequenas não é aquele bicho-papão que sempre dava medo. A seguir, você vai encontrar um manual para manter o sorriso do seu filho bem longe da cárie.


Tudo bem se você não consegue acompanhar todas as escovações dos dentes do seu filho.
Garanta que a última, feita à noite, seja a melhor limpeza.


Cárie desde bebê
Sim, ela pode aparecer desde o nascimento do primeiro dente, o que acontece por volta dos 6 meses. A batalha é silenciosa: o açúcar presente nos restos de alimentos que ficam dentro da boca, sólidos ou líquidos (até o leite materno tem), junta-se a uma película de saliva que fica sobre os dentes, chamada biofilme. Nessa película também estão as bactérias do bem e as nocivas, como a Streptococcus mutans, que provoca o buraco no dente (ou a lesão da cárie, como os especialistas chamam). Toda essa sujeira recebe o nome de placa bacteriana. Quando os dentes não são limpos com assiduidade, as bactérias “do mal” se alimentam dos açúcares que estão nesses restos de comida e passam a produzir ácidos que atacam o esmalte protetor dos dentes. Por isso é tão importante não dar doce para o seu filho, principalmente no primeiro ano, nem adoçar o leite que ele toma.

Para entender melhor esse ataque, imagine que o dente é uma parede, da qual você vai removendo o reboco, os tijolos, até abalar as estruturas e ela desmoronar. O primeiro sinal de que algo não vai bem são as manchas brancas que vão aparecer nos dentes. A boa notícia é que elas são reversíveis. Em geral, a aplicação de flúor no consultório (e um puxão de orelha na criança e nos pais) resolve. Ela é liberada já a partir dos primeiros dentes, mas é o dentista que resolve quando é necessária.
Se as manchas não são tratadas, surge um buraquinho no dente. Nesse estágio, a dor aparece. A cárie pode atingir o coração do dente (a parte viva, como o nervo), provocando infecções e até a perda do mesmo. Esse processo é ainda mais rápido nos de leite porque as camadas que protegem sua estrutura são mais finas, e fica fácil atingi-la. A perda precoce de um dente de leite prejudica o crescimento do permanente, porque ele funcionava como um guia. Ou seja, sem um modelo para “seguir”, o dente do seu filho pode nascer torto. Quando se perde mais de um, a mastigação fica prejudicada.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde, de 2003, mostram que 27% das crianças com idades entre 18 e 36 meses têm pelo menos um dente de leite com cárie, e esse número sobe para 60% quando a faixa etária é de 5 anos. No último estudo, realizado no fim do ano passado, não foram publicados dados sobre essas estimativas.
Primeiros cuidados
Como deixar seu filho fora dessas estimativas? Ao contrário do que muita gente deve ter falado para você, a higiene bucal não começa no primeiro dia de vida nem no primeiro mês. “A limpeza deve ser iniciada após a erupção do primeiro dente, quando o risco da cárie começa a existir”, afirma Paulo César Barbosa Rédua, presidente da Associação Brasileira de Odontopediatria. Use gaze ou fralda embebida em água filtrada ou fervida ou uma escovinha de cerda macia uma vez por dia, à noite.
Assim que o primeiro dente apontar, marque também uma consulta com o dentista. Ele vai orientar sobre os cuidados com a higienização bucal e quanto à alimentação da criança (veja o box na página ao lado), fundamentais para a prevenção da cárie. As próximas visitas ao dentista acontecem a cada seis meses. A Associação recomenda a aplicação de flúor como prevenção a partir de 1 ano, mas vai depender da necessidade de cada criança. É importante que seu filho sinta segurança no consultório. Por isso, apresente tudo para ele: desde os materiais a serem usados até o barulho que o motorzinho faz. “O medo da criança deve ser respeitado”, diz Lúcia Coutinho, odontopediatra.
Flúor, um aliado
A maneira como você limpa os dentes do seu filho vai mudar assim que nascer o primeiro dente molar (que é usado para moer os alimentos), o que acontece por volta dos 14 meses. A partir daí, é preciso usar creme dental. E surge a grande questão: uso pasta com ou sem flúor? Até pouco tempo, a indicação era evitar a que tinha. Isso porque a criança pequena, que ainda não sabe cuspir, engole um pouco da pasta durante a escovação. A ingestão de flúor em excesso pode causar fluorose, que provoca manchas brancas nos dentes permanentes ainda em formação. Mas a orientação mudou. A Associação de Odontopediatria e o Ministério da Saúde recomendam, oficialmente, o uso de pasta com flúor, sem risco para a saúde do seu filho. Um estudo realizado pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp (SP), no ano passado, mostrou que pastas sem flúor ou com baixa concentração desse ingrediente não protegem contra as cáries nem evitam o aparecimento de fluorose. Na hora da compra, veja se o creme dental tem flúor a uma concentração de 1.100 ppm (observe essa informação na embalagem do produto). A quantidade usada na escova de dentes deve ser equivalente a um grão de arroz apenas.
Escovação em dia

Após o café da manhã, almoço e antes de dormir. Essa é a rotina ideal da higiene bucal das crianças (não esqueça da língua e usar fio dental todos os dias). Não fique aflito: tudo bem se você não consegue acompanhar todas elas. O importante é que a última (e boa!) escovação do dia seja feita por você. A cárie não se forma em instantes, pode levar até 15 horas para a placa bacteriana, que dá origem à cárie, aparecer. Por isso, deixar de escovar uma noite, quando seu filho chegou dormindo da festa do amigo, não é um grande drama. Basta escovar logo cedo no dia seguinte. Mas atenção se a criança estiver tomando remédios, principalmente aqueles de uso contínuo. A presença do açúcar na composição do medicamento favorece o aparecimento da tal placa. Se seu filho toma antes de dormir, escove os dentes dele depois de medicar.
Você leu tudo isso e pensou: “OK, mas como eu faço para convencê-lo a escovar os dentes?”. A gente sabe bem do que uma criança é capaz para enrolar os pais. Para driblar esse mau humor delas, torne a hora de escovar os dentes um momento mais divertido. Conte histórias, cante, escove o dente junto com ele. Além da escova que você usa, compre outra para que ele “treine”. As indicadas são as de cabeça pequena e cerdas macias, para não machucar a gengiva, e adequadas à idade e ao tamanho da boca da criança (a informação vem na embalagem).
Escove bem os dentes e incline a escova em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva para remover a placa bacteriana – líquidos para bochechos só devem ser usados com prescrição. Atenção aos dentes molares que têm superfícies irregulares (varia de acordo com a anatomia do dente de cada criança): elas dificultam a penetração da cerda da escova e, por isso, são os locais preferidos das bactérias. Dependendo de cada caso, como quando as ranhuras são mais profundas, o odontopediatra recomenda a colocação de selante, uma espécie de resina líquida que cobre essas fissuras. Agora, a notícia que você mais esperava. Ainda que seu filho escove os dentes sozinho, você vai supervisionar essa limpeza até ele completar 12 anos. Pois é, o trabalho vai longe...

Mudança de hábito

• A cárie adora o açúcar refinado presente em alguns alimentos, sucos prontos, biscoitos e até mostarda. Doces pegajosos, como brigadeiro e balas, são mais perigosos porque grudam no dente e deixam restos difíceis de serem retirados. Tente equilibrar o consumo dessas guloseimas, e nunca mergulhe a chupeta do seu filho em nada adocicado.

• Não é legal que seu filho adormeça mamando (se o leite for adoçado, pior) porque, durante a noite, produzimos menos saliva, que faz uma autolimpeza nos dentes. Sem essa proteção extra, eles ficam mais expostos às bactérias. Então, após essa mamada, dê um pouco de água para seu filho tomar e escove os dentes dele no dia seguinte. O mesmo vale se a criança acorda de madrugada e pede para mamar. A regra não cabe para o aleitamento materno exclusivo: não dê água, apenas faça a higienização no dia seguinte.

• Beliscar o dia todo é tão ruim quanto o consumo de açúcar porque a saliva, que faz aquela autolimpeza, não dá conta de manter tudo limpo, criando um ambiente propício para a placa bacteriana.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O café da manhã é a refeição que garante a disposição do seu filho

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Muito importante para todos nós a primeira refeição do dia, o desjejum ou simplesmente o café da manhã de nossos pequenos é tão ou mais importante que o nosso, por isso é imprescindível nossos filhos(as) ingerirem:

Proteínas e carboidratos pela manhã, que  podem ajudar, inclusive, no rendimento escolar
Fonte: Site Revista Crescer


Se você duvidava que a primeira refeição do dia é a mais importante para garantir disposição para o seu filho, um estudo recente de universidades britânicas mostrou, mais uma vez, que o rendimento escolar também depende de um bom café da manhã. Os pesquisadores fizeram testes de aptidão cognitiva com 1.386 crianças de 6 a 16 anos e aquelas que haviam se alimentado de manhã se saíram melhor em testes de atenção e memória.
Depois de passar a noite toda em jejum, o que o seu filho mais precisa logo cedo são proteínas e carboidratos, nutrientes facilmente absorvidos pelo corpo. “A porção de proteína pode vir de queijo, leite ou iogurte. Já os carboidratos devem ser, de preferência, integrais, como cereais e pães com grãos, que são carboidratos mais completos”, explica Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP).
Uma opção boa e prática é combinar iogurte com frutas e cereal sem açúcar.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Resolva de uma vez por todas as suas dúvidas sobre o sódio

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Continuando com nossa série de dicas!


Selecionamos cinco tópicos importantes sobre o mineral e separamos dicas para você controlar o consumo
Andressa Basilio


Venha Conferir!!!
Bolacha, bolo, salgadinho, bisnaguinha, macarrão instantâneo, sanduíche. O que todas essas guloseimas têm em comum além de serem deliciosas? Elas escondem um perigo para a saúde do seu filho, o sódio. 

Esse componete é um dos minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Porém, quando consumido em excesso, deixa crianças (e adultos) mais propensas a problemas cardiovasculares, hipertensão, colesterol alto, diabetes tipo 2 e obesidade. É justamente por isso que, pela primeira vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou limites para o consumo diário de crianças. 

Pela nova recomendação, 2g de sódio diariamente bastam para que a saúde de crianças maiores de dois anos fique em dia. O problema é que o danado do sódio está em praticamente tudo o que consumimos no dia. Aí fica a dúvida: como fazemos para evitar o consumo? Abaixo você confere essa e outras respostas para as principais dúvidas sobre o assunto. 


Leia Também: Quase metade das mães oferece alimentos sólido aos bebês antes dos 4 meses, segundo pesquisa

Vale lembrar que a OMS não especificou quantidades para crianças menores de dois anos, mas você já leu aqui na Crescer que o ideal é a papinha do seu filho temperada com pouco ou nenhum sal, já que os alimentos que bebês consomem já têm a quantidade necessária de sódio.
Sódio é sal?
Uma pesquisa de 2011 realizada pela Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo constatou que 93% das pessoas que participaram da enquete acreditam que sal e sódio são a mesma coisa. Na verdade, não é bem assim. O sal de cozinha é formado por átomos de sódio (40%) e átomos de cloro (60%). Isso significa dizer que para descobrir a quantidade de sal precisa multiplicar o sódio por 2,5. Por essa conta básica, o alerta de 2g de sódio da OMS valem 5g de sal. 
O mal é imediato?
Não. No começo o sódio não vai acusar nenhum mal para o seu filho. Porém, com o passar do tempo, essa quantidade vai se acumulando no organismo da criança. Quanto mais sódio, mais cedo ela terá problemas como hipertensão, diabetes tipo 2, colesterol alto e até obesidade. 

Como se não bastasse esse rastro de problemas, o sódio compete com a absorção de cálcio no organismo. O que quer dizer que o uso abusivo pode também causar no futuro osteoporose e raquitismo. 
Que alimentos evitar?
Além de ajudar a realçar o sabor, o sódio serve como conservante, diminuindo a concentração de água no alimento e impedindo o crescimento e a proliferação de micro-organismos. Por isso, produtos industrializados, como comida congelada, salgadinho e biscoito recheado, e embutidos (salame, mortadela e salsicha) estão cheios de sódio. 

E a lista não pára por aí: pão de forma, refrigerante, cereal matinal, chocolate - principalmente o branco- e derivados de queijo e leite também apresentam boas quantidades do mineral. O consumo de todos esses alimentos deve, portanto, ser moderado pelos pais, mas a atenção precisa estar realmente voltada para dois dos campeões em sódio: macarrão instantâneo, cujo tempero contém até 50% da necessidade diária dedo organismo, e lanches de fast-food (que podem conter até 80% do consumo recomendado). 
Alimentos naturais contêm sódio?
Sim. Feijão, soja, batata, tomate e acelga são fontes de sódio. Frutas, como pêra, banana, laranja e maçã, também contêm o mineral em sua composição. Como a concentração é baixa, se você encher o pratinho do seu filho com esses alimentos não vai fazer mal.


Se sódio está em quase tudo, como controlar o consumo? 
Trocar as guloseimas por lanchinhos mais saudáveis, evitar comida congelada, moderar o consumo de fast-food, tudo isso ajuda muito. Mas, vamos nos concentrar em duas dicas bem importantes e simples. A primeira é ler o rótulo antes de comprar os produtos. Se o alimento é rico em sódio, se é gorduroso, se contém vitamina... está tudo discriminado na embalagem. É só a gente se lembrar de olhar. A outra dica parece estranha, mas ajuda: tirar o saleiro da mesa. Assim, você evita que o seu filho coloque mais sal no prato do que o necessário. 

Fontes: Jocemara Gurmini, pediatra, gastroenterologista e nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe, e Eliane Cristina de Almeida, nutricionista da Unifesp. 



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Criança pode ser vegetariana?

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SEUS FILHOS





A decisão final cabe aos pais, mas uma dieta restritiva, especialmente nos primeiros anos de vida, pode causar deficiência de nutrientes
Texto de Marcela Bourroul


Os pais já se esqueceram da última vez em que comeram um pedaço de carne. Alguns casais eliminaram inclusive ovos, leites e seus derivados da alimentação. Com a chegada de um filho, a tendência é manter esses hábitos e reproduzi-los no cardápio da criança. Mas atenção: nos primeiros anos de vida, uma dieta restritiva pode ser prejudicial à saúde. 

De acordo com Virgínia Weffort, presidente do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), crianças não devem adotar dietas vegetarianas. “Ela precisa das vitaminas presentes na carne, como ferro, vitamina B12 e zinco. Se também não consumir leite e ovos, ficará com deficiência de cálcio e proteínas”. A falta desses nutrientes pode prejudicar o desenvolvimento. Outro problema da dieta vegetariana é que ela geralmente diminui o consumo calórico, o que pode atrasar o crescimento da criança. 

Para Jocemara Gurmini, nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR), dietas vegetarianas podem oferecer vantagens a adultos, mas são inadequadas para crianças. Ela não recomenda que bebês com menos de 2 anos tenham a alimentação restrita, mas afirma: “Apesar das possibilidades de carências, uma vez optado por este tipo de dieta na infância, a criança deve ser acompanhada por nutricionista e nutrólogo e assistida de perto por um pediatra que conheça a dieta.” 

A Sociedade Americana de Pediatria classifica três diferentes tipos de dietas vegetarianas. O primeiro grupo não consome carnes, mas come ovos, leites e seus derivados. O segundo grupo exclui os ovos e o terceiro grupo, dos veganos, não consome nem ovos nem leite. Segundo a instituição, crianças de 5 a 12 anos podem ser bem nutridas nos três tipos de dieta, mas o equilíbrio é mais difícil no caso dos veganos. De qualquer maneira, a recomendação nos três casos é que a criança seja acompanhada por um médico especialista e, se necessário, consuma alimentos enriquecidos ou suplementos vitamínicos. Segundo Virgínia, crianças vegetarianas costumam precisar de suplementos de vitamina B12, ferro e zinco. 

Uma última questão precisa ser avaliada em relação a esse tipo de dieta. Às vezes, a própria criança se sensibiliza ao tomar consciência de que para comer carne é necessário matar um animal e passa a insistir na mudança de hábitos. Nesse caso, vale conversar com ela, consultar seu pediatra e até mesmo visitar um nutrólogo. Por outro lado, quando são os pais que introduzem a dieta vegana ou vegetariana, pode ser que a criança algum dia sinta vontade de voltar a comer os alimentos “proibidos”. Aí, diz Virgínia, o ideal é permitir.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O ritmo de crescimento do bebê e as visitas ao pediatra

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As consultas periódicas ao pediatra são muito importantes para assegurar que a criança esteja se desenvolvendo dentro do ritmo esperado para a sua idade e histórico familiar!!!
Texto retirado do site desenvolvimento do bebê - por Natássia Massote

O crescimento do bebê sempre gera dúvidas e preocupações nos pais. O desenvolvimento motor, a capacidade física, a linguagem e outras evoluções sempre os deixam ansiosos. Por isso, é recomendado que os filhos pequenos tenham visitas periódicas aos pediatras, assim as fases são acompanhadas e qualquer problema detectado poderá ser tratado no tempo ideal. 
O primeiro ano de vida do bebê requer atenção e cuidados especiais. Nessa época, o crescimento tem uma ascensão constante, que vai diminuindo até completar um ano. O Dr. José Gabel é membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e comenta que nos primeiros meses o bebê cresce de 4 a 5 cm por mês. “Depois, com uns 3, 4 meses, ele cresce em média 3 cm. Depois diminui para 1,5cm a 2 cm por mês. Quando o bebê completar 1 ano, ele deverá ter crescido entre 24cm a 28 cm.”
O pediatra compara a evolução do bebê com a curva de crescimento criada pela Organização Mundial de Saúde, em que a maioria das crianças fica na média. A mesma lógica corresponde ao peso. “No fim do 1º ano de vida, o peso deve ser o triplo do nascimento. Importante ressaltar que o crescimento varia de criança a criança, com as suas particularidades. O importante é estar dentro da normalidade estipulada pela OMS”.
Perda de Peso
A perda de peso não é comum. Depois de uma fase a criança começa a diminuir o ganho de peso, mas nunca deve deixar de ganhar ou estacionar. “Isso não é normal. Pode significar algum problema como doenças crônicas, desidratação. A criança deve ser levada a um pediatra”. O Dr. José também explica que além do crescimento os pais devem ficar atentos ao desenvolvimento da criança. As capacidades motoras, de coordenação, de fala – enfim, as habilidades cognitivas.
Cada criança cresce em um ritmo próprio
Os pais devem evitar comparações com outras crianças, que se comportam e se desenvolvem de maneiras diferentes. O crescimento segue o padrão genético familiar, que vai ser acompanhado pelo pediatra. O que importa é se a criança está crescendo a cada consulta, sem importar o tamanho. Há motivo de preocupação somente se a criança parar de crescer ou começar a crescer muito devagar. A situação oposta, um crescimento acelerado, também deve ser avaliada. “É necessário considerar a herança familiar. É um fator primordial. Se você tem um pai de 1,60 e uma mãe de 1,48, a criança não vai ser muito grande”, conta o pediatra.
Consultas de rotina: de quanto em quanto devo levar meu filho(a) ao pediatra?
Para saber se o filho está crescendo na média e se desenvolvendo de forma saudável, os pais devem levar os bebês em consultas periódicas ao pediatra. Até os 7, 8 meses, essas consultas devem ser mensais. “Depois, bimestral até 1 ano. Trimestral até 2 anos. E semestral até o terceiro. Assim, os pais e o pediatra da criança já estipulam uma rotina e uma relação com as consultas”, recomenda o Dr. José.
Dr. José lembra que o aleitamento materno é fundamental para a boa nutrição do bebê e, consequentemente, o seu crescimento. “É primordial o leito materno exclusivo até os 6 meses. Ele tem todas as características necessárias e concentração adequada. Quantidade certa de gordura, de proteína, de cálcio”.

Mais Vida e Saúde

Após os 6 meses, os pais já podem incluir outros alimentos na dieta da criança mas, se a mãe ainda produzir leite, o aleitamento é recomendado até os 2 anos. “Nós moramos em um país tropical, então temos a facilidade para encontrar alimentos naturais. É importante que os pais ofereçam uma alimentação saudável para a criança e evite produtos industrializados, com conservantes e processos de fermentação que não são saudáveis”, finaliza o pediatra.



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Estréia do Blog PetiPoti Moda Infantil!!!

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No mês do Papai estamos lançando nosso blog. Nele você vai poder acompanhar várias dicas, conhecimentos e claro nossas Coleções e grandes Promoções PETIPOTI.
AGUARDEM!!!

Traremos sempre novidades dos mais variados assuntos, segue o primeiro assunto a seguir!



10 dicas para as mães de primeira viagem


*Texto retirado do site tempo de mulher, por Madson Moraes e adaptado por Blog PetiPoti Moda Infantil
Pediatra esclarece situações que fazem qualquer mãe iniciante tremer na base. Não precisa ser assim, confira as dicas!



 

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